TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Mutirão Veterinário Solidário do Juvam de Rondonópolis atende centenas de animais

Cerca de 650 animais de estimação foram atendidos na 15ª Edição do Mutirão Veterinário Solidário, realizada pelo Juizado Volante Ambiental (Juvam) de Rondonópolis (217km de Cuiabá), no último sábado (31 de agosto), na Escola Estadual José Moraes. A ação teve por finalidade facilitar o acesso dos tutores de cães e gatos por meio do oferecimento de serviços veterinários gratuitos, como consultas e realização de exames clínicos simples e complexos.  
 
Esta edição contou com a parceria do Ministério Público Estadual (MPE), do Instituto Cantinho de Proteção Animal de Rondonópolis (Cpar), da Secretária Municipal de Saúde, do Centro Integrado de Bem-estar Animal (Cibear), da Polícia Militar Ambiental e médicos veterinários da região. 
 
Conforme a juíza coordenadora do Juizado Volante Ambiental, Milene Pereira Beltramini, realizar mutirões para o atendimento gratuito desses animais é fundamental. “O evento oportunizou atendimento aos animais que precisam passar por um profissional capacitado e, muitas vezes, seus tutores não podem custear. Os animais têm as mesmas necessidades que os humanos e conseguimos reunir toda estrutura necessária para acolher esses animais e seus tutores”. 
 
Entre os serviços previstos estiveram consultas veterinárias gerais e especializadas, exames clínicos e de imagem (ultrassom, raio-x), vacinas e chipagem de identificação. Cadastramento de animais para castração e doação de rações também fizeram parte do mutirão.  
 
#Paratodosverem 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem: Foto1 horizontal mostra um médico veterinário atendendo um cachorrinho de porte pequeno, pelos brancos. O animal está no colo de sua tutora, uma mulher de pele clara, que veste uma blusa azul e calça jeans.  
 
Priscilla Silva 
Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Curso de formação aborda judicialização da saúde e reforça atuação prática de magistrados

A formação dos novos juízes e juízas de Mato Grosso ganhou um reforço prático nesta quarta-feira (06) com uma aula voltada para a judicialização da saúde. Conduzido pelo secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, o encontro do Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi) de magistrados destacou a importância de decisões equilibradas, que considerem tanto o direito à vida quanto a realidade do sistema público de saúde.

Durante a aula, os juízes foram orientados a alinhar teoria e prática, levando em conta fatores como orçamento público, evidências científicas e a estrutura disponível na rede de saúde. “A ideia do Cofi sempre foi oportunizar aos novos magistrados o contato com colegas mais experientes, para compartilhar situações do dia a dia, aliando teoria e prática. Trouxemos elementos que possam ser utilizados no cotidiano, principalmente em ações que envolvem a saúde pública”, explicou o juiz Agamenon.

Formação prática

O conteúdo também abordou a evolução das estruturas de apoio no Estado, como o NAT-Jus, o Cejusc da Saúde e o Núcleo 4.0, criados para qualificar decisões e dar mais agilidade às demandas. A proposta é incentivar o diálogo institucional entre Judiciário e gestores públicos, evitando medidas ineficazes, como bloqueios de recursos sem planejamento.

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“A saúde pública está entre as áreas com maior volume de demandas no Judiciário. É fundamental que o magistrado compreenda como funciona o sistema, conheça a realidade local e saiba avaliar quando uma liminar é cabível”, reforçou o secretário-geral.

Para a juíza Ana Flávia Martins François, da Primeira Vara de Juína, o aprendizado tem impacto direto na atuação. “Está sendo de grande valia, principalmente para quem está iniciando na carreira. Conhecer ferramentas como o Núcleo Digital 4.0 da Saúde e o Cejusc contribui para dar mais efetividade às decisões judiciais”, destacou.

Desafios reais

A magistrada Ana Flávia também relatou que já vivencia situações semelhantes na rotina forense, especialmente em plantões judiciais. “Frequentemente surgem pedidos por leitos de UTI. Muitas vezes, o Estado não consegue atender todas as demandas, o que exige soluções mais rápidas e eficientes, como o encaminhamento para núcleos especializados”, afirmou.

O juiz Felipe Barthón Lopez, da comarca de Vila Rica, ressaltou o caráter prático da aula. “Foi muito importante porque trouxe dicas aplicáveis ao dia a dia. Os novos magistrados vão enfrentar diversos desafios, e esse tipo de orientação ajuda a preparar para situações reais”, pontuou.

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Embora ainda atue na área criminal, ele reconhece a relevância do tema. “É importante estar preparado, porque futuramente esses desafios certamente farão parte da atuação”, completou.

O Curso Oficial de Formação Inicial de Juízes Substitutos (Cofi), iniciado em janeiro pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), é etapa obrigatória para o exercício da jurisdição. Com carga horária de 496 horas, a formação combina teoria e prática supervisionada, preparando os novos magistrados para uma atuação técnica, humanizada e alinhada às demandas da sociedade.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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