TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Inteligência Emocional será tema de palestra para servidores e magistrados no Tribunal de Justiça

Aprender a reconhecer, compreender e gerir as próprias emoções é um dos objetivos da palestra ‘Inteligência Emocional’, tema do V Encontro Umanizzare – Justiça e Alteridade, que será realizado na próxima semana. A ação terá formato presencial e se dará no Auditório Justiça, Cultura e Arte Gervásio Leite, dia 6 de dezembro, das 8h às 11h30.
 
As inscrições estão abertas. O evento é voltado para magistrados, assessores e servidores que desejam participar.
 
O tema será abordado pelo juiz titular da Vara de Execuções Penais e juiz corregedor dos presídios da região metropolitana de Belém/Pará, Deomar Alexandre de Pinho Barroso. Ele tem larga experiência nessa área, inclusive é criador dos projetos ‘Realize’, que trata de empreendedorismo no cárcere’ e ‘Conquistando a Liberdade’, para ressocialização de apenados e ainda ‘Inocência Roubada’, contra pedofilia.
 
O tema tem ganhado cada vez mais espaço nas instituições públicas tendo em vista a relevância do tema. No cenário atual, a Inteligência Emocional tem se mostrado uma competência essencial, pois a capacidade de entender e gerenciar as próprias emoções, é cada vez mais cobrada dos servidores por conta do alto estresse do dia a dia.
 
A inteligência emocional pode ajudar esses profissionais a manterem a calma e a clareza mental, permitindo uma tomada de decisão mais equilibrada e justa.
 
  
Integração da Magistratura – A palestra integra o Encontro Anual da Integração da Magistratura, realizado em parceria com a Coordenadoria de Magistrados. No período vespertino, a programação é fechada para público convidado.
 
A programação começará às 14h, com a abertura e, na sequência, lançamento do Portal do Magistrado. Também está prevista a cerimônia de Aposentadoria Humanizada em Homenagem aos Magistrados que aposentaram no período de 07/2023 a 12/2024; além da entrega do Prêmio de Produtividade Individual dos Magistrados.
 
Keila Maressa 
Assessoria de Comunicação 
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Curso de formação aborda judicialização da saúde e reforça atuação prática de magistrados

A formação dos novos juízes e juízas de Mato Grosso ganhou um reforço prático nesta quarta-feira (06) com uma aula voltada para a judicialização da saúde. Conduzido pelo secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, o encontro do Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi) de magistrados destacou a importância de decisões equilibradas, que considerem tanto o direito à vida quanto a realidade do sistema público de saúde.

Durante a aula, os juízes foram orientados a alinhar teoria e prática, levando em conta fatores como orçamento público, evidências científicas e a estrutura disponível na rede de saúde. “A ideia do Cofi sempre foi oportunizar aos novos magistrados o contato com colegas mais experientes, para compartilhar situações do dia a dia, aliando teoria e prática. Trouxemos elementos que possam ser utilizados no cotidiano, principalmente em ações que envolvem a saúde pública”, explicou o juiz Agamenon.

Formação prática

O conteúdo também abordou a evolução das estruturas de apoio no Estado, como o NAT-Jus, o Cejusc da Saúde e o Núcleo 4.0, criados para qualificar decisões e dar mais agilidade às demandas. A proposta é incentivar o diálogo institucional entre Judiciário e gestores públicos, evitando medidas ineficazes, como bloqueios de recursos sem planejamento.

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“A saúde pública está entre as áreas com maior volume de demandas no Judiciário. É fundamental que o magistrado compreenda como funciona o sistema, conheça a realidade local e saiba avaliar quando uma liminar é cabível”, reforçou o secretário-geral.

Para a juíza Ana Flávia Martins François, da Primeira Vara de Juína, o aprendizado tem impacto direto na atuação. “Está sendo de grande valia, principalmente para quem está iniciando na carreira. Conhecer ferramentas como o Núcleo Digital 4.0 da Saúde e o Cejusc contribui para dar mais efetividade às decisões judiciais”, destacou.

Desafios reais

A magistrada Ana Flávia também relatou que já vivencia situações semelhantes na rotina forense, especialmente em plantões judiciais. “Frequentemente surgem pedidos por leitos de UTI. Muitas vezes, o Estado não consegue atender todas as demandas, o que exige soluções mais rápidas e eficientes, como o encaminhamento para núcleos especializados”, afirmou.

O juiz Felipe Barthón Lopez, da comarca de Vila Rica, ressaltou o caráter prático da aula. “Foi muito importante porque trouxe dicas aplicáveis ao dia a dia. Os novos magistrados vão enfrentar diversos desafios, e esse tipo de orientação ajuda a preparar para situações reais”, pontuou.

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Embora ainda atue na área criminal, ele reconhece a relevância do tema. “É importante estar preparado, porque futuramente esses desafios certamente farão parte da atuação”, completou.

O Curso Oficial de Formação Inicial de Juízes Substitutos (Cofi), iniciado em janeiro pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), é etapa obrigatória para o exercício da jurisdição. Com carga horária de 496 horas, a formação combina teoria e prática supervisionada, preparando os novos magistrados para uma atuação técnica, humanizada e alinhada às demandas da sociedade.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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