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GMF Mato-grossense conhece o sistema socioeducativo Fundação da Criança e do Adolescente do Maranhão

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A Comitiva do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (GMF/TJMT) realizou uma visita institucional, (12 de dezembro), na Fundação da Criança e do Adolescente (Funac) para conhecer boas práticas e ações de ressocialização realizadas com reeducandos e reeducandas, em São Luís, Maranhão. 
 
Os gestores participaram de uma reunião para apresentar e compartilhar experiências realizadas em Mato Grosso. Eles também conheceram o Centro Integrado de Justiça Juvenil – CIJJUV, uma moderna unidade que oferece atendimento aos adolescentes em conflito com a lei. Na oportunidade, visitaram os Centros Socioeducativos da Grande Ilha, Sede Administrativa e Escola de Socioeducação do Maranhão (ESMA). 
 
O GMF-MT realiza intercâmbio estadual com objetivo de conhecer projetos de educação, qualificação profissional e estruturas que possam ser trazidas em Mato Grosso, proporcionando melhorias no sistema carcerário na efetiva ressocialização dos privados de liberdade. O foco é transformar a vidas para que todos possam ser inseridos na sociedade de forma digna.   
O trabalho do GMF-MT é realizado em parceria com várias instituições, como a Secretaria de Segurança Pública, Defensoria Pública, Forças Policiais, Universidades em diversas ações para atendimento aos reeducandos dentro dos presídios e cadeias.
 
Na comitiva de Mato Grosso foi composta por representantes da Superintendência de Administração Socioeducativa (Suase), órgão vinculado à Secretaria Adjunta de Justiça da Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT), Iberê Junior, a juíza titular da Segunda Vara da Infância e Juventude de Cuiabá TJMT, a juíza coordenadora do eixo socioeducativo, Leilamar Rodrigues, Gestor administrativo do Núcleo de Apoio ao GMF/TJMT, Lusanil Egues da Cruz e demais servidores.
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: Mostra os membros da comitiva, onze pessoas, seis homens e cinco mulheres. Eles estão em pé dentro de uma sala.
 
Carlos Celestino/ Foto: Reprodução rede social Funac-MA
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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