TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Feliz Natal prorroga suspensão de expediente presencial em virtude de reforma no prédio do Fórum

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O expediente forense presencial da Comarca de Feliz Natal continuará suspenso por mais 15 dias, devido à reforma que está sendo realizada no prédio. As obras incluem a adequação de toda a instalação elétrica do prédio, troca de telhado e forro, de modo que o edifício está destelhado.
 
Por meio da Portaria n. 45/2022-DF, assinada pelo juiz Rodrigo Alfonso Campestrini, diretor do Fórum de Feliz Natal, o expediente presencial fica suspenso de 7 de outubro a 21 de outubro, estabelecendo o regime de teletrabalho aos servidores e servidoras.
 
Prazos processuais
 
Não haverá suspensão de prazos processuais, pois a reforma do fórum não traz impactos à acessibilidade dos sistemas Processo Judicial Eletrônico (PJE), Sistema Eletrônico de Execução Unificado (SEEU), Controle de Informação Administrativa (CIA) e outros, no qual tramitam todos os processos judiciais da Comarca.
 
As partes, advogados e advogadas ou qualquer pessoa que precise do atendimento da comarca têm a possibilidade do uso da ferramenta Balcão Virtual, que funcionará durante todo o horário de atendimento ao público, das 12h às 19h, sem necessidade de agendamento prévio, de forma similar à do balcão de atendimento presencial.
 
Contatos
 
Confira a relação dos meios de comunicação com os setores da Comarca de Feliz Natal:
 
 
Vara Única
Marcio Seiji Yamada (66) 99202-4752 – Telefone do Plantão
 
 
Gabinete da Vara Única
Gabriel Oliveira (66) 99205-9434 – Telefone do Plantão
Dayane Cibelle (66) 98131-6726
 
 
Central de Distribuição e Arrecadação
Maria Elira Flores (66) 99927-1044
 
 
Central de Mandados e Administração
Mailza Ramos de Araújo (66) 99996-0990
 
 
 Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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