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Encontro de Laboratórios de Inovação: venha participar desta experiência inovadora no TJMT

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) realizará, nos dias 29, 30 e 31 de maio, o Encontro de Laboratórios de Inovação, E-LAB 65/66, um evento que irá reunir servidores do TJMT e de outras cinco instituições de todo o estado para falar sobre inovação pública e estimular o pensamento criativo no âmbito jurídico.
 
O E-LAB 65/66 surge como uma oportunidade única de aprofundamento no universo da inovação, para que cada um possa ter condições, ao menos de começar, a se tornar um agente de transformação em suas rotinas de trabalho.
 
Servidores de todas as regiões de Mato Grosso poderão participar por meio do Youtube do PJMT, acompanhando as importantes palestras e mesas de debate, que trarão temas e discussões relevantes, para fomentar a cultura de inovação e estimular o desenvolvimento de soluções criativas para os desafios do TJMT.
 
No dia 29, o tema será a “Importância dos laboratórios de inovação para o setor público”, com palestra magna do servidor público federal da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Rodrigo Narcizo, professor universitário e facilitador da Enap.
 
No dia 30, o tema será “Pelo direito de entender: como melhorar a comunicação jurídica no setor público usando a linguagem simples e o direito visual?”, com palestra magna da Gestora de Inovação Jurídica do Laboratório de Inovação e Dados do Governo do Estado do Ceará, o Íris LabGov, Mariana Zonari.
 
Já no terceiro e último dia do encontro, o tema da palestra será “Inteligência Artificial e novas tecnologias”, com o cientista-chefe de dados e transformação digital e professor associado do Departamento de Computação da Universidade Federal do Ceará, José Antonio Fernandes de Macedo, que também é coordenador do Laboratório de Ciência de Dados (InsightLab).
 
Nas mesas de debate, teremos o coordenador da Unidade Avançada de Inovação em Laboratório de Minas Gerais (UAILab), juiz Rodrigo Faria; a juíza coordenadora do InovaJusMT, Viviane Brito Rebello; o Superintendente de Governança Digital e inovação da SEPLAG MT, Washington Silva; o Procurador do Estado de Mato Grosso e membro do Laboratório de Inovação da PGE/M, Caio Albuquerque e, como mediador o Juiz Titular da 3ª Vara Cível da Comarca de Cuiabá e Juiz-Membro do TRE/MT, Luiz Octávio Saboia Ribeiro.
 
Para acompanhar o evento, basta acessar o YouTube oficial do TJMT.
 
Dia 29/05
https://youtube.com/live/DKzGM5vDbmM?feature=share
 
Dia 30/05
https://youtube.com/live/f7rn6TECPLM?feature=share
 
Dia 31/05
https://youtube.com/live/hxV57GcHCx0?feature=share
 
Josiane Dalmagro
Laboratório de Inovação do Poder Judiciário de Mato Grosso
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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