TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Diretora-geral da Esmagis-MT prestigia cerimônia de credenciamento da FESMP no Conselho de Educação

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Nessa quinta-feira (6 de julho), a diretora-geral da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos, prestigiou a solenidade de assinatura do termo que torna a Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso (FESMP-MT) uma Escola de Governo.
 
O convite foi feito pelo diretor-geral da FESMP-MT, promotor de Justiça Wesley Sanchez Lacerda. A partir de agora a FESMP-MT poderá certificar os cursos de pós-graduação que oferece ao público. Até esse ato, a FESMP-MT emitia os certificados por meio da Fundação do Ministério Público do Rio Grande do Sul.
 
O órgão foi credenciado pelo Conselho Estadual de Educação, sob presidência do conselheiro Gelson Menegatti Filho.
 
Pioneirismo – A Esmagis-MT foi a primeira escola institucional de Mato Grosso a se credenciar perante o Conselho Estadual de Educação, em 27 de setembro de 2021. Desde então, passou a certificar os cursos de extensão e as especializações lato sensu que realiza e oferta ao público interno do Poder Judiciário e aos parceiros. “Fomos a primeira escola institucional que se tornou Escola de Governo aqui em Mato Grosso. Foi a partir do credenciamento da Esmagis que as outras escolas também passaram a se cadastrar”, relembra a desembargadora Helena Maria.
 
A ação foi iniciada em 2019, quando a desembargadora Maria Erotides Kneip estava diretora-geral da Esmagis-MT. “Incomodava demais a Escola da Magistratura não ser estruturalmente uma escola que não era registrada e figurava apenas como departamento do Tribunal Pleno. Podia oferecer os cursos, mas não podia certificá-los. Penso que nós do Judiciário podemos fazer, mostrar porque fazemos e como fazemos. Somos uma instituição transparente e agora a nossa escola é uma escola de governo”, disse a magistrada Erotides na ocasião.
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Imagem 1: Fotografia colorida onde aparecem as pessoas que foram prestigiar a cerimônia na FESMP. São oito pessoas, lado a lado, posando sorridentes para a foto.
 
Lígia Saito 
Assessoria de Comunicação 
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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