TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Corregedoria inicia os trabalhos com encontro do Departamento de Aprimoramento da 1ª Instância

A gestão 2023-2024 da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) iniciou os trabalhos do novo ano com a abertura do Encontro de Alinhamento Técnico e de Negócio do time do Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (DAPI). O evento que será realizado entre dos dias 9 e 19 de janeiro na Escola dos Servidores tem o objetivo de alinhar o conhecimento dos técnicos do departamento com a realidade do negócio e da Justiça mato-grossense, na busca de uma entrega jurisdicional mais célere e eficiente.
 
“Inicio minha gestão me integrando a vocês, peças tão importantes da Corregedoria. Vocês são uma área importantíssima de dados e estatísticas, tão necessária para um tomada de decisão assertiva e célere. Espero ajudá-los a fazer um Judiciário ainda melhor para a sociedade”, disse o corregedor-geral da justiça, o desembargador Juvenal Pereira da Silva.
 
O juiz auxiliar da Corregedoria, Lídio Modesto da Silva Filho, ressaltou que todas as ações, incluindo este encontro, tem sempre o intuito de melhorar a prestação de serviços ao cidadão. “Com este evento queremos manter e difundir o conhecimento entre toda a equipe para que todos conheçam como funciona a Justiça mato-grossense. Até para vocês terem um trabalho mais célere e fluído. Faço ainda três recomendações: primeiro priorizem as metas do Conselho Nacional de Justiça, segundo que é importante fazer com que haja satisfação em mais de uma unidade na priorização de um determinado produto, como a criação de um painel, por exemplo, e por último foco no nosso plano de gestão”, destacou.
 
Já o coordenador da Corregedoria, Flávio Paiva Pinto, pontuou que a Corregedoria é o coração do Tribunal de Justiça e o DAPI é uma área essencial. “É aqui que produzimos as informações para todo o primeiro grau e de forma fidedigna. Aproveitem a oportunidade para tirar dúvidas, interagir e trocar experiências”.
 
A diretora do DAPI, Renata Bueno, ressaltou ainda que devido à chegada de 25 novos técnicos a equipe esse alinhamento é necessário. “Ano passado devido às várias entregas não conseguimos parar e nivelar o conhecimento entre toda a equipe, até por isso já começamos o ano fazendo esse encontro. Durante esses dias toda a equipe conhecerá o negócio do Tribunal, a sua estrutura, como funcionam as comarcas, como são distribuídas as unidades judiciárias, como funciona o processo judicial do inicio ao fim, tanto juridicamente quanto dentro do sistema Pje. Isso é importante porque se o técnico não conhece a estrutura, ele não sabe o que afeta a estatística e na hora de construir ou implementar um painel, ele não sabe como isso vai impactar no negocio, lá na ponta, na unidade judiciária, por exemplo”, explica.
 
Renata complementa ainda que todo produto entregue pelo DAPI é uma entrega indireta ao cliente. “A nossa intenção é sempre auxiliar as unidades judiciárias para que elas possam fazer um melhor atendimento ao nosso cliente, com mais celeridade e assertividade nos dados”, afirma.
 
#ParaTodosVerem: Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da foto 1: foto horizontal colorida. O corregedor, desembargador Juvenal Pereira está em pé, ele fala ao microfone aos presentes. Ao seu lado estão sentados o coordenador da Corregedoria, o juiz auxiliar e a diretora do Dapi. Foto 02 – foto horizontal colorida. O juiz auxiliar Lídio Modesto está em pé e fala ao microfone aos presentes. É possível ver todos os participantes sentados em círculo na sala.
 
Larissa Klein
Assessoria de Imprensa CGJ-MT
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Mutirão Fiscal de Cuiabá vai até 28 de outubro de 2024
Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Curso de formação aborda judicialização da saúde e reforça atuação prática de magistrados

A formação dos novos juízes e juízas de Mato Grosso ganhou um reforço prático nesta quarta-feira (06) com uma aula voltada para a judicialização da saúde. Conduzido pelo secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, o encontro do Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi) de magistrados destacou a importância de decisões equilibradas, que considerem tanto o direito à vida quanto a realidade do sistema público de saúde.

Durante a aula, os juízes foram orientados a alinhar teoria e prática, levando em conta fatores como orçamento público, evidências científicas e a estrutura disponível na rede de saúde. “A ideia do Cofi sempre foi oportunizar aos novos magistrados o contato com colegas mais experientes, para compartilhar situações do dia a dia, aliando teoria e prática. Trouxemos elementos que possam ser utilizados no cotidiano, principalmente em ações que envolvem a saúde pública”, explicou o juiz Agamenon.

Formação prática

O conteúdo também abordou a evolução das estruturas de apoio no Estado, como o NAT-Jus, o Cejusc da Saúde e o Núcleo 4.0, criados para qualificar decisões e dar mais agilidade às demandas. A proposta é incentivar o diálogo institucional entre Judiciário e gestores públicos, evitando medidas ineficazes, como bloqueios de recursos sem planejamento.

Leia Também:  Nosso Judiciário alerta estudantes da Escola da Arena Pantanal sobre bullying nas redes sociais

“A saúde pública está entre as áreas com maior volume de demandas no Judiciário. É fundamental que o magistrado compreenda como funciona o sistema, conheça a realidade local e saiba avaliar quando uma liminar é cabível”, reforçou o secretário-geral.

Para a juíza Ana Flávia Martins François, da Primeira Vara de Juína, o aprendizado tem impacto direto na atuação. “Está sendo de grande valia, principalmente para quem está iniciando na carreira. Conhecer ferramentas como o Núcleo Digital 4.0 da Saúde e o Cejusc contribui para dar mais efetividade às decisões judiciais”, destacou.

Desafios reais

A magistrada Ana Flávia também relatou que já vivencia situações semelhantes na rotina forense, especialmente em plantões judiciais. “Frequentemente surgem pedidos por leitos de UTI. Muitas vezes, o Estado não consegue atender todas as demandas, o que exige soluções mais rápidas e eficientes, como o encaminhamento para núcleos especializados”, afirmou.

O juiz Felipe Barthón Lopez, da comarca de Vila Rica, ressaltou o caráter prático da aula. “Foi muito importante porque trouxe dicas aplicáveis ao dia a dia. Os novos magistrados vão enfrentar diversos desafios, e esse tipo de orientação ajuda a preparar para situações reais”, pontuou.

Leia Também:  Ministro Barroso destaca pacificação nacional, segurança jurídica em palestra em Cuiabá

Embora ainda atue na área criminal, ele reconhece a relevância do tema. “É importante estar preparado, porque futuramente esses desafios certamente farão parte da atuação”, completou.

O Curso Oficial de Formação Inicial de Juízes Substitutos (Cofi), iniciado em janeiro pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), é etapa obrigatória para o exercício da jurisdição. Com carga horária de 496 horas, a formação combina teoria e prática supervisionada, preparando os novos magistrados para uma atuação técnica, humanizada e alinhada às demandas da sociedade.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA