TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Corregedoria-Geral realiza correições ordinárias em sete comarcas do Estado

Publicados

em

A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-TJMT) realizará, entre os dias 10 e 14 de novembro, correições ordinárias presenciais e remotas nas comarcas de Querência, Ribeirão Cascalheira, Canarana, Tangará da Serra, Barra do Bugres, Campo Novo do Parecis e São José do Rio Claro.

As atividades estão previstas na Portaria n. 177/2025, assinada pelo corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote.

O objetivo das correições é verificar a regularidade dos serviços forenses, avaliar o desempenho das atividades desenvolvidas nas unidades judiciais e promover orientações para o aprimoramento dos trabalhos. Também serão verificadas as atividades dos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs) nas comarcas onde houver unidades instaladas.

Sob a coordenação do juiz auxiliar da Corregedoria, Jorge Alexandre Martins Ferreira, as correições ocorrerão de 12 a 14 de novembro nas comarcas de Querência, Ribeirão Cascalheira e Canarana. Já as atividades nas comarcas de Tangará da Serra, Barra do Bugres, Campo Novo do Parecis e São José do Rio Claro serão conduzidas pela juíza auxiliar da Corregedoria, Anna Paula Gomes de Freitas, com a cooperação da juíza Tatiane Colombo, entre os dias 10 e 14 de novembro.

Leia Também:  Poder Judiciário de Mato Grosso

Durante o período das correições, não haverá suspensão dos trabalhos forenses, prazos processuais ou audiências, assegurando a continuidade dos atendimentos às partes e procuradores.

Qualquer interessado poderá apresentar sugestões, críticas, reclamações ou elogios diretamente aos juízes auxiliares responsáveis pelos trabalhos nas comarcas correcionadas.

O corregedor Lindote destacou a importância das correições como instrumento de aperfeiçoamento dos serviços do Judiciário. “A correição é uma oportunidade de diálogo direto com as unidades judiciais, de verificação da rotina de trabalho e de orientação para aprimorar continuamente o atendimento ao cidadão”, ressaltou o corregedor.

Confira a Portaria n. 177/2025-GAB-CGJ

Autor: Assessoria de Comunicação

Fotografo:

Departamento: CGJ-MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

Publicados

em

O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

Leia Também:  Telefones, e-mails e endereços do Tribunal e das comarcas podem ser consultados no portal do TJMT

A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

Leia Também:  Expediente presencial está suspenso na 2ª Vara Criminal da Comarca de Lucas do Rio Verde

A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA