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Corregedor recebe visita de cortesia do Sindojus/MT

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 O corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, o desembargador Juvenal Pereira da Silva, recebeu nesta quarta-feira (01/02), visita de cortesia do Sindicato dos Oficiais de Justiça e Avaliadores de Mato Grosso (Sindojus/MT). Durante o encontro institucional foram apresentadas reinvindicações da categoria como a continuidade das capacitações dos oficias de justiça e a atualização do manual de rotina da categoria.
 
Ao lado do juiz auxiliar da corregedoria, Emerson Luis Pereira Cajango, o desembargador dialogou com os representantes do Sindojus/MT e prometeu uma análise das demandas. “Sabemos das dificuldades da categoria, vamos agora estudar todos esses pontos solicitados e entender como e se é possível atendê-los”, afirmou o corregedor Juvenal Pereira.
 
O presidente do Sindojus/MT, Jaime Rodrigues, agradeceu a recepção. “O importante é que todos querem atender bem o jurisdicionado e para isso um trabalho em conjunto é essencial. Obrigado ao corregedor por escutar nossas demandas e esperamos lá na frente colher frutos”, disse. O coordenador da Corregedoria-Geral da Justiça, Flávio de Paiva Pinto, também participou da reunião.
 
#Paratodosverem Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: primeira imagem: foto horizontal colorida. Todos os participantes estão sentados à mesa de reunião. Ao centro está o corregedor de terno e gravata azul, a sua direita o juiz auxiliar e a sua esquerda o presidente do Sindojus/MT.
 
 
 
Larissa Klein/Foto: Adilson Cunha  
Assessoria de Imprensa CGJ-MT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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