TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Grupo de Fiscalização do Sistema Carcerário promove capacitação sobre Escritório Social em Sorriso

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Ofertar qualificação profissional e encaminhar egressos do Sistema Prisional para o mercado de trabalho é o foco da equipe que atua no projeto de ressocialização nas unidades dos ‘Escritórios Sociais’. E para garantir uma prestação eficiente deste trabalho, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), através do Grupo de Fiscalização dos Sistema Carcerário e Socioeducativo, o (GMF), realiza na próxima terça-feira (5 de março), das 7h às 11h, o curso de ‘Formação Continuada da Metodologia Escritório Social’, no auditório de uma faculdade em Sorriso-MT.
 
A capacitação, com duração de 4 horas/aula, será conduzida pela equipe de especialistas do GMF. O conteúdo programático abrangerá uma variedade de tópicos fundamentais, incluindo uma apresentação resumida das metodologias do Escritório Social, a singularização do atendimento, ações de qualificação e inserção laboral, sistemas, registros e produção de documentos técnicos e institucionais, bem como a incidência do Escritório Social na implementação de uma rede de proteção social, entre outros temas.
 
Esta capacitação visa preparar a equipe que vai atuar na oitava unidade do Escritório Social, que será inaugurado na quarta-feira, 6 de março, às 9h00, na Rua dos Estados, 350, Centro Sul em Sorriso-MT.
 
O GMF estabeleceu como meta a instalação de 24 unidades do Escritório Social em todo o Estado até o final de 2024, demonstrando um compromisso firme com a reintegração social e a redução da reincidência criminal.
 
Carlos Celestino
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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