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Concurso da magistratura: confira resultados preliminares de heteroidentificação, perícia e títulos

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) divulgou os resultados preliminares da heteroidentificação, da perícia médica e da avaliação de títulos do concurso público para ingresso na carreira da magistratura do Estado de Mato Grosso, no cargo de juiz substituto.

Os documentos com os resultados preliminares encontram-se disponíveis no caderno de anexos do Diário da Justiça Eletrônico (DJE) desta sexta-feira (7).

Clique aqui para conferir o resultado preliminar da heteroidentificação.

Clique aqui para conferir o resultado preliminar da perícia médica.

Clique aqui para conferir o resultado preliminar da avaliação de títulos.

A avaliação de títulos, de caráter classificatório, foi a última etapa à qual os candidatos foram submetidos. Será considerado aprovado para o ingresso no cargo de juiz substituto o candidato que for habilitado em todas as etapas do concurso. No início do certame, mais de 1.800 pessoas se inscreveram, das quais 1.486 compareceram à prova objetiva. Em seguida, cerca de 520 foram para a fase da prova escrita e apenas 76 candidatos realizaram a prova oral, entre os dias 27 e 31 de outubro.

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A Fundação Getulio Vargas é a responsável pela organização e execução de todas as etapas do concurso, que são supervisionadas pela Comissão do Concurso instituída pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

O concurso destina-se ao preenchimento de cinco vagas para o cargo de Juiz Substituto do Estado de Mato Grosso, sendo três para ampla concorrência, uma para candidato com deficiência e uma vaga para negro (a), além de formação de cadastro de reserva.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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