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Concurso da magistratura: confira resultados preliminares de heteroidentificação, perícia e títulos

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) divulgou os resultados preliminares da heteroidentificação, da perícia médica e da avaliação de títulos do concurso público para ingresso na carreira da magistratura do Estado de Mato Grosso, no cargo de juiz substituto.

Os documentos com os resultados preliminares encontram-se disponíveis no caderno de anexos do Diário da Justiça Eletrônico (DJE) desta sexta-feira (7).

Clique aqui para conferir o resultado preliminar da heteroidentificação.

Clique aqui para conferir o resultado preliminar da perícia médica.

Clique aqui para conferir o resultado preliminar da avaliação de títulos.

A avaliação de títulos, de caráter classificatório, foi a última etapa à qual os candidatos foram submetidos. Será considerado aprovado para o ingresso no cargo de juiz substituto o candidato que for habilitado em todas as etapas do concurso. No início do certame, mais de 1.800 pessoas se inscreveram, das quais 1.486 compareceram à prova objetiva. Em seguida, cerca de 520 foram para a fase da prova escrita e apenas 76 candidatos realizaram a prova oral, entre os dias 27 e 31 de outubro.

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A Fundação Getulio Vargas é a responsável pela organização e execução de todas as etapas do concurso, que são supervisionadas pela Comissão do Concurso instituída pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

O concurso destina-se ao preenchimento de cinco vagas para o cargo de Juiz Substituto do Estado de Mato Grosso, sendo três para ampla concorrência, uma para candidato com deficiência e uma vaga para negro (a), além de formação de cadastro de reserva.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Curso de formação aborda judicialização da saúde e reforça atuação prática de magistrados

A formação dos novos juízes e juízas de Mato Grosso ganhou um reforço prático nesta quarta-feira (06) com uma aula voltada para a judicialização da saúde. Conduzido pelo secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, o encontro do Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi) de magistrados destacou a importância de decisões equilibradas, que considerem tanto o direito à vida quanto a realidade do sistema público de saúde.

Durante a aula, os juízes foram orientados a alinhar teoria e prática, levando em conta fatores como orçamento público, evidências científicas e a estrutura disponível na rede de saúde. “A ideia do Cofi sempre foi oportunizar aos novos magistrados o contato com colegas mais experientes, para compartilhar situações do dia a dia, aliando teoria e prática. Trouxemos elementos que possam ser utilizados no cotidiano, principalmente em ações que envolvem a saúde pública”, explicou o juiz Agamenon.

Formação prática

O conteúdo também abordou a evolução das estruturas de apoio no Estado, como o NAT-Jus, o Cejusc da Saúde e o Núcleo 4.0, criados para qualificar decisões e dar mais agilidade às demandas. A proposta é incentivar o diálogo institucional entre Judiciário e gestores públicos, evitando medidas ineficazes, como bloqueios de recursos sem planejamento.

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“A saúde pública está entre as áreas com maior volume de demandas no Judiciário. É fundamental que o magistrado compreenda como funciona o sistema, conheça a realidade local e saiba avaliar quando uma liminar é cabível”, reforçou o secretário-geral.

Para a juíza Ana Flávia Martins François, da Primeira Vara de Juína, o aprendizado tem impacto direto na atuação. “Está sendo de grande valia, principalmente para quem está iniciando na carreira. Conhecer ferramentas como o Núcleo Digital 4.0 da Saúde e o Cejusc contribui para dar mais efetividade às decisões judiciais”, destacou.

Desafios reais

A magistrada Ana Flávia também relatou que já vivencia situações semelhantes na rotina forense, especialmente em plantões judiciais. “Frequentemente surgem pedidos por leitos de UTI. Muitas vezes, o Estado não consegue atender todas as demandas, o que exige soluções mais rápidas e eficientes, como o encaminhamento para núcleos especializados”, afirmou.

O juiz Felipe Barthón Lopez, da comarca de Vila Rica, ressaltou o caráter prático da aula. “Foi muito importante porque trouxe dicas aplicáveis ao dia a dia. Os novos magistrados vão enfrentar diversos desafios, e esse tipo de orientação ajuda a preparar para situações reais”, pontuou.

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Embora ainda atue na área criminal, ele reconhece a relevância do tema. “É importante estar preparado, porque futuramente esses desafios certamente farão parte da atuação”, completou.

O Curso Oficial de Formação Inicial de Juízes Substitutos (Cofi), iniciado em janeiro pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), é etapa obrigatória para o exercício da jurisdição. Com carga horária de 496 horas, a formação combina teoria e prática supervisionada, preparando os novos magistrados para uma atuação técnica, humanizada e alinhada às demandas da sociedade.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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