TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Atendimento presencial em Paranatinga está suspenso até dia 05 de agosto

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O atendimento presencial no Fórum de Paranatinga (a 373 km ao sul de Cuiabá) está suspenso até dia 5 de agosto, em razão de obras no prédio para adequação da instalação elétrica, troca de telhado e forro de gesso, pintura, troca de portas, entre outros serviços que tiveram início segunda-feira (25 de julho).
 
A manutenção predial preventiva inviabiliza o acesso à rede e à internet e por determinação do juiz diretor do Foro, Fabrício Sávio da Veiga Carlota, o regime de teletrabalho para todos(as) servidores(as) foi estabelecido, por meio da Portaria n.11/2022-CA.
 
O documento informa que não haverá suspensão de prazos processuais, uma vez que a reforma não trará impactos à acessibilidade do sistema PJe, no qual tramitam todos os processos judiciais da Comarca.
 
O magistrado comunica às partes, advogados(as) ou qualquer interessado(a) nos processos físicos ou eletrônicos em tramitação na comarca, a possibilidade do uso da ferramenta Balcão Virtual que funcionará durante horário de atendimento ao público (das 12h às 19h), sem necessidade de agendamento prévio, de forma similar à do balcão de atendimento presencial. Para acessar a ferramenta clique neste link 
 
O juiz diretor do Foro destaca que outra possibilidade é o uso da ferramenta Bookings, pela qual o(a) advogado(a) pode agendar atendimentos com magistrados, por meio de videoconferência. Clique neste link para ter acesso. 
 
Canais de acesso
 
No site do Tribunal de Justiça de Mato Grosso é possível encontrar os canais de acesso de todas as comarcas e unidades judiciárias do Estado, em um único ambiente virtual rápido e prático. Confira neste link os canais de acesso 
 
 
Alcione dos Anjos
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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