TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Assista na íntegra à gravação do I Simpósio Segurança Jurídica nas Cadeias Produtivas do Agronegócio

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Integrantes do Poder Judiciário de Mato Grosso, representantes do setor produtivo rural, juristas, professores, acadêmicos e lideranças do agronegócio participaram, nos dias 2 e 3 de março, do “I Simpósio Segurança Jurídica nas Cadeias Produtivas do Agronegócio”, realizado no auditório da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato).

O evento teve como objetivo promover o debate técnico sobre os principais desafios jurídicos que impactam as cadeias produtivas do agro, aproximando o sistema de Justiça do setor produtivo e fortalecendo o diálogo institucional.

A programação reuniu magistrados, membros e servidores do Judiciário, produtores rurais, dirigentes de entidades, especialistas e representantes de instituições de ensino.

O simpósio foi uma iniciativa conjunta da Escola da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), Famato e Harven Agribusiness School.

Transmissões disponíveis no YouTube

Os dois dias de programação estão disponíveis para acesso público:

Dia 1 – 02/03/2025

Início em 16min20s

Clique neste link para assistir.

Dia 2 – 03/03/2026

Início em 1min58s

Clique neste link para assistir.

Dentre os assuntos abordados estiveram segurança jurídica nas relações contratuais do agronegócio, crédito rural e desafios econômicos, impactos da reforma tributária, licenciamento ambiental, soluções consensuais de conflitos, governança e inovação nas cadeias produtivas, entre outros.

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Confira abaixo matérias publicadas sobre o evento.

TJMT anuncia Cejusc especializado no agronegócio durante simpósio sobre segurança jurídica no setor

Em meio a desafios do agronegócio, Simpósio debate crédito, reforma tributária e licenciamento

Setor produtivo e Judiciário discutem desafios contratuais do agronegócio

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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