TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Movimento Paz e Conciliação em Rondonópolis inaugura a 19ª Semana Nacional da Conciliação

Publicados

em

O Movimento Paz e Conciliação em Rondonópolis, iniciativa do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) local, coordenado pelo juiz Wanderlei José dos Reis, inaugurou a 19ª Semana Nacional da Conciliação e foi marcado por várias ações visando estimular o emprego dessa ferramenta em diversos segmentos.
 
Na solenidade realizada nesta segunda-feira (4 de novembro), a conciliação e a mediação ganharam impulso com o lançamento e a premiação do Projeto Prêmio Acadêmico de Conciliação, uma iniciativa do Cejusc de Rondonópolis que visa premiar universitários que propõem soluções inovadoras para a mediação de conflitos.
 
Na oportunidade, o acadêmico Eduardo de Jesus Cardoso Silva recebeu premiações da presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Clarice Claudino da Silva, do presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), desembargador Mário Roberto Kono de Oliveira, e do juiz coordenador do Cejusc, Wanderlei José dos Reis.
 
A cerimônia ainda foi marcada pela assinatura de dois termos de cooperação técnica entre o Poder Judiciário, através do Nupemec e Cejusc, e o Município de Rondonópolis, visando à colaboração de esforços entre o Procon municipal e o Cejusc, assim como a realização de mutirões fiscais na cidade com a homologação judicial pelo Cejusc.
  
Mais tarde, em palestra realizada na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Rondonópolis, o desembargador Mário Kono respondeu perguntas feitas pelos lojistas locais sobre como o Poder Judiciário, através do Nupemec e do Cejusc, pode colaborar com o comércio local para recuperação de ativos e redução da inadimplência, apresentando o sistema da conciliação e da mediação como instrumentos eficientes e de baixo custo, tanto para o lojista quanto para o consumidor. A palestra contou com a participação da juíza coordenadora do Nupemec, Helícia Vitti Lourenço, do juiz Wanderlei José dos Reis e do presidente da CDL de Rondonópolis, Leonardo Resende.
  
No final do dia, o desembargador presidente do Nupemec ministrou palestra aos alunos da Universidade Anhanguera, tratando sobre os métodos autocompositivos na resolução de conflitos, destacando os avanços e os desafios da conciliação no cenário atual, de maneira a incentivar os futuros profissionais do Direito a terem a responsabilidade de difundir a cultura da conciliação e da mediação em todas as esferas sociais.
 
Audiências – Outra ação do Cejusc local nessa semana consiste na realização de 336 audiências de conciliação e mediação, um número que demonstra a efetividade dos esforços para promover o entendimento mútuo.
 
O juiz Wanderlei José dos Reis, responsável pelo evento na comarca, reafirmou o compromisso do Cejusc na pacificação social. “Esse número significativo de audiências representa o compromisso contínuo do movimento com a pacificação de conflitos e a redução de processos judiciais, refletindo uma sociedade cada vez mais engajada em resolver conflitos de maneira consensual. O Movimento Paz e Conciliação, inédito em Rondonópolis, evidencia todo o engajamento e comprometimento do Cejusc local com a pacificação social, de maneira a fazer com que a conciliação e mediação ganhem especial protagonismo na solução dos conflitos de interesse, o que repercutirá em menos judicialização”, disse.
  
Para encerrar o Movimento Paz e Conciliação, ainda no dia 7 de novembro, às 19h, o Cejusc estará na Universidade FASIPE de Rondonópolis em palestra do juiz coordenador Wanderlei Reis, difundindo aos acadêmicos da instituição a cultura da pacificação e os meios para obtê-la através dessa unidade judiciária.
 
 #Paratodosverem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem: foto horizontal colorida do desembargador Mário Kono proferindo palestra para um auditório lotado. Ele está em pé e o público está sentado em poltronas enfileiradas.
  
Mylena Petrucelli/ Fotos: Ednilson Aguiar
Coordenadoria de Comunicação do TJMT  
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Leia Também:  Adoção: Judiciário capacita profissionais que atuam com Infância e Juventude
Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

Publicados

em

O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

Leia Também:  Juíza Maria Rosi Borba fala sobre Solidariedade no novo episódio do podcast Explicando Direito

A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

Leia Também:  Grupo de Fiscalização do Sistema Prisional inspeciona unidades de Barra do Bugres e Tangará da Serra

A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA