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148 anos: Judiciário inova a cada instante para garantir prestação jurisdicional com eficiência

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O Judiciário mato-grossense se desenvolve continuamente para acompanhar as transformações e garantir a paz social. O quinto e último vídeo da séria “A gente muda porque o mundo muda”, organizado pela Coordenaria de Comunicação do Tribunal de Justiça, para comemorar os 148 anos do Poder Judiciário de Mato Grosso, mostra a trajetória da Instituição.

 
Fundada ainda no Brasil império, em primeiro de maio de 1874, a Justiça estadual vem se reinventando a cada instante para permanecer eficiente e assegurar a convivência harmônica de uma sociedade livre e justa. Um dos marcos da posição firme e determinada do Judiciário foi a decisão de sempre, antes mesmo da abolição da escravatura, garantir os direitos das minorias.
 
Isso atesta que o Judiciário de Mato Grosso tem a evolução e sempre investe na busca de igualdade, inclusão, respeito às diferenças e equidade. O vídeo traz um depoimento da desembargadora aposentada Shelma Lombardi de Kato, a primeira mulher a presidir o Tribunal de Justiça mato-grossense.
 
A magistrada assegura que a vida dela no Poder Judiciário foi toda de emoções, e a cada resultado que ajudasse a restabelecer a justiça era para ela um acontecimento. Atualmente, das 30 cadeiras no Tribunal de Justiça, nove são ocupadas por magistradas. E na primeira instância, dos 300 juízes, 107 são mulheres.
 
As marcas do Judiciário estadual são profundas. Todas as ações, projetos e atividades têm como finalidade oferecer à população, em cada canto de Mato Grosso, em tempo real, adotando novas ideais e tecnologias, conectando pessoas, facilitando o acesso à justiça, dando celeridade aos processos judiciais que hoje praticamente 100% tramitam de forma eletrônica.
 
A cada tempo a Justiça mato-grossense faz história. E é por isso que “A gente muda porque o mundo muda”.
 
 
 
 
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. ParaTodosVerem – Descrição da Imagem. Print de parte do vídeo que mostra uma máquina de escrever em cima de uma mesa de madeira. Acompanha o texto: A gente muda porque o mundo muda.
 
 
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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