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Máscara e guia de leitura tornam navegação no portal do TJMT mais acessível e confortável

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A máscara de leitura e o guia de leitura estão ajudando a garantir acessibilidade no site do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). As ferramentas facilitam a concentração durante a leitura, permitindo que o usuário tenha uma experiência mais confortável e inclusiva.

Voltados especialmente para pessoas com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), dislexia ou dificuldade de concentração, os recursos colaboram para a redução de distrações e organização visual dos conteúdos publicados no portal do TJMT.

Para usar, basta acessar o painel de acessibilidade disponível na lateral do site e ativar a opção desejada. O ajuste é aplicado imediatamente e pode ser alterado a qualquer momento, garantindo autonomia ao usuário durante toda a navegação.

A máscara de leitura funciona destacando uma área específica do texto enquanto o restante da tela permanece suavizado. Esse efeito visual ajuda a reduzir distrações e permite que o cidadão mantenha a atenção apenas na parte que está sendo lida.

Já o guia de leitura atua como um marcador visual que acompanha a linha do texto. Ele facilita o acompanhamento da leitura em linha reta, evitando que o leitor se perca entre as frases. A funcionalidade também contribui para reduzir o esforço visual durante a navegação.

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A iniciativa integra a política de acessibilidade do Tribunal e atende às diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), especialmente a Resolução nº 401/2021, que trata da inclusão da pessoa com deficiência nos órgãos do Poder Judiciário, inclusive nos portais institucionais.

Justiça acessível e inclusiva

Este conteúdo faz parte da campanha “Justiça Acessível e Inclusiva”, desenvolvida pela Coordenadoria de Comunicação do Judiciário de Mato Grosso. O projeto prevê a publicação de uma série de conteúdos no portal do Tribunal com o objetivo de divulgar os recursos de acessibilidade disponíveis, ampliando o acesso à informação e a inclusão digital.

A ação integra a política do Judiciário mato-grossense voltada à acessibilidade digital, promovendo igualdade de acesso à informação, transparência e respeito à diversidade, conforme diretrizes do Conselho Nacional de Justiça.

Leia mais sobre a acessibilidade no Portal do TJMT:

Fonte especial para pessoas com dislexia amplia acesso à informação

Site do TJMT oferece ajustes de espaçamento e altura de linhas para leitura

Ferramenta permite ajustar tamanho do conteúdo no portal do TJMT

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Ajuste de contraste dá mais conforto visual e melhora leitura no site do TJMT

Site do TJMT permite inserir textos para tradução em Libras

Leitor de texto por voz reforça política de acessibilidade do Tribunal de Justiça de Mato Grosso

Tradutor para libras no site do TJMT fortalece a inclusão digital

Autor: Bruno Vicente

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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