POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate o corte da nadadora Ana Carolina Vieira dos Jogos Olímpicos Paris 2024

A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados debate nesta terça-feira (10) o caso da nadadora Ana Carolina Vieira, que foi excluída da equipe brasileira de natação durante a Olimpíada de Paris. O deputado Douglas Viegas (União-SP) quer discutir o direito à ampla defesa e ao contraditório dos atletas brasileiros.

O debate será realizado às 10 horas, no plenário 4.

A audiência será interativa; veja quem foi convidado e envie suas perguntas.

À época, a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos justificou a explusão pelo fato de Ana Carolina Vieira ter contestado “de forma desrespeitosa e agressiva” a mudança na escalação da equipe de revezamento 4x100m livre feminino, da qual ela fez parte, e que acabou eliminada antes da final.

Para o parlamentar, a comunidade do esporte precisa refletir sobre a proporcionalidade e a forma de punição dos atletas. “Parece-nos inconcebível que uma nadadora de alto desempenho, que atingiu um índice olímpico, qualificando-a para a mais alta competição desportiva do planeta, venha a ser excluída dos jogos por desentendimentos que, aparentemente, poderiam ser contornados com mais equilíbrio e paciência”, argumentou.

Leia Também:  Senadores cobram ministro por respostas a fraudes contra aposentados do INSS

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova proibição de condenados no conselho de direitos da criança

A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que proíbe a nomeação ou a permanência no Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) de pessoa condenada por sentença criminal transitada em julgado.

O texto aprovado é a versão da relatora, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), para o Projeto de Lei 1005/25, da deputada Clarissa Tércio (PP-PE). A nova redação, assim como a inicial, altera a Lei 8.242/91, que criou o Conanda.

A proposta original vedava a nomeação ou a permanência no conselho de membros com antecedentes criminais.

Rogéria Santos trocou a expressão “antecedentes criminais” por “condenação criminal com trânsito em julgado”, para respeitar o princípio constitucional da presunção de inocência.

“A imprecisão do texto original gera um problema de segurança jurídica”, afirmou a relatora. “A lei não pode ser uma fonte de conflito e arbitrariedade; deve ser um instrumento de clareza, previsibilidade e estabilidade”, acrescentou.

Ainda de acordo com o substitutivo aprovado, o membro do Conanda condenado criminalmente em sentença definitiva deverá ser imediatamente substituído. O pedido poderá ser feito por qualquer cidadão, mediante apresentação de certidão judicial.

Leia Também:  Uso de inteligência artificial na educação é tema de debate na Câmara

Composição
O Conanda é integrado por 28 membros titulares (e igual número de suplentes), divididos da seguinte forma:

  • 14 representantes dos órgãos governamentais executores das políticas de ação social, justiça, educação, saúde, economia, trabalho e previdência social; e
  • 14 representantes de entidades não governamentais de âmbito nacional de atendimento dos direitos da criança e do adolescente.

Próximos passos
O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Marcelo Oliveira

Fonte: Câmara dos Deputados

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA