APOIO A PIVETTA

Quero que minha família viva em um estado próspero”, diz Paulo

O deputado estadual avaliou que o governador é o nome capacitado para combater a corrupção em MT

Publicados

em

O deputado estadual Paulo Araújo (Republicanos), na terça-feira (28), avaliou que o pré-candidato à reeleição e governador, Otaviano Pivetta (Republicanos), é capacitado para combater a volta da corrupção na administração pública de Mato Grosso nos próximos anos.

Paulo fez essa declaração durante o lançamento da sua pré-candidatura à reeleição. Na ocasião, o deputado também fortaleceu o projeto político de Pivetta à reeleição como governador ao classificá-lo como um gestor que manterá o estado próspero.

“Eu quero que minha família e meus filhos vivam bem, em um estado próspero. Sabendo que o salário vai cair em dia para os servidores públicos; que o empreiteiro vai receber o dinheiro da obra sem pedido de propina igual tinha antigamente. Vocês sabem do que estou falando”, pontuou.

Além disso, o deputado elogiou o “perfil rígido” de Pivetta e garantiu que esse estilo de administração garante a continuidade do desenvolvimento estadual.

“Você quer um simpático para MT ou o cara que administra? Talvez, o Pivetta seja mais rígido que o [ex-governador] Mauro Mendes na gestão, porque tem a mesma pegada: empresário, cara arrochado. Não vai sair do trilho. Se você gosta do Mauro, vai gostar do Pivetta, porque a gente gosta de MT”, disse.

Leia Também:  ALMT inicia ano legislativo de 2025 com oito câmaras setoriais temáticas em atividade

Paulo citou como exemplo de desenvolvimento o município de Reserva do Cabaçal e explicou que as melhorias foram exitosas porque não houve “atravessadores” atrapalhando a destinação dos recursos.

“Houve uma reconstrução total da cidade se formos contar os recursos financeiros que foram para Reserva do Cabaçal. Mudamos o cenário. Isso é saber que o político poderá levar muita coisa boa aos municípios sem sacanagem e atravessadores. Os recursos vão chegar”, garantiu.

O deputado, por fim, destacou que o governador quer “deixar um legado” para MT e merece a confiança da população. Ele acrescentou que o modelo de gestão do Pivetta quando era prefeito em Lucas do Rio Verde se tornou referência nacional e revolucionou o município.

“É por esse motivo que defendo [o Pivetta]. Esse cara revolucionou e reconstruiu o município onde foi prefeito por vários. Ele é referência não só em MT, mas no Brasil. Tem a pegada da gestão e tem a nossa confiança”, completou.

Veja o video

Propaganda

POLÍTICA MT

Prefeitura de Várzea Grande é cobrada por dívida de R$ 3,2 milhões com instituição que atende crianças com deficiência

Organização afirma que pagamentos estão pendentes desde a gestão Kalil Baracat; TCE aponta que falta de localização de notas fiscais não justifica atrasos

Publicados

em

A Prefeitura de Várzea Grande enfrenta questionamentos no Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) por uma dívida de R$ 3,2 milhões com uma instituição responsável pelo atendimento educacional de 348 crianças com deficiência no município. A cobrança envolve serviços prestados desde 2024, ainda durante a administração do ex-prefeito Kalil Baracat, e se estende à atual gestão de Flávia Moretti (PL).

A situação foi apresentada ao TCE pela Campi – Residencial Inclusivo, por meio de uma Representação de Natureza Externa (RNE). A organização afirma que oito notas fiscais permaneciam sem pagamento até 31 de agosto de 2026, somando exatamente R$ 3.263.016,68.

O documento aponta que a pendência mais antiga corresponde a uma nota fiscal emitida em 8 de outubro de 2024. Segundo a instituição, os valores se referem a serviços já prestados e cujas notas foram liquidadas ou estavam em condições de liquidação.

Ao apresentar defesa no processo, a Prefeitura de Várzea Grande reconheceu a existência de atrasos no cronograma de pagamentos, mas informou que não conseguiu localizar parte da documentação apresentada pela organização.

Leia Também:  Pedido de vista adia votação da LDO de 2024 e deputados limpam a pauta de vetos

De acordo com a administração municipal, os processos relacionados às notas fiscais de números 791, 797, 806 e 912 não foram encontrados nos registros consultados pela Coordenadoria Administrativa Financeira.

A prefeitura argumentou que será necessário realizar diligências para identificar os documentos, organizar os respectivos processos e dar continuidade à tramitação administrativa.

O posicionamento, entretanto, recebeu ressalvas do conselheiro Antonio Joaquim, responsável pela análise do caso no TCE-MT.

Em decisão publicada na terça-feira (6), o relator destacou que a ausência de localização das notas fiscais não pode ser utilizada, por si só, como justificativa para o não pagamento de obrigações.

Apesar disso, Antonio Joaquim esclareceu que o Tribunal de Contas não possui competência para determinar diretamente o pagamento de valores reclamados por uma empresa privada.

Segundo o conselheiro, a atuação do órgão de controle deve se concentrar na verificação do cumprimento da ordem cronológica de pagamentos e na transparência das informações disponibilizadas pela administração pública.

“O objeto desta representação se restringe exclusivamente à apuração acerca do cumprimento, ou não, da ordem cronológica de pagamentos, bem como da adequada publicidade dessas informações, cabendo à contratada pleitear na esfera administrativa e judicial, se for o caso, a cobrança dos valores devidos, uma vez que não compete a este Tribunal de Contas a tutela de interesses meramente privados”, ponderou.

Leia Também:  Aos 20 anos da Lei Maria da Penha, Barbudo propõe pacote de medidas contra violência e feminicídio

Dessa forma, a instituição poderá buscar o recebimento dos recursos diretamente junto à prefeitura ou recorrer ao Poder Judiciário para cobrar os valores que considera devidos.

A representação continuará em tramitação no TCE-MT, que poderá identificar eventuais irregularidades administrativas e aplicar sanções aos responsáveis, caso sejam constatadas infrações.

A discussão envolve um serviço voltado ao atendimento de 348 alunos com deficiência em Várzea Grande, incluindo crianças com transtorno do espectro autista (TEA).

Até o momento, não há informação de determinação judicial para pagamento imediato dos R$ 3,2 milhões, nem de aplicação de multa aos gestores em razão da representação.

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA