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Pedido de vista adia votação da LDO de 2024 e deputados limpam a pauta de vetos

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Um pedido de vista do deputado Lúdio Cabral (PT), durante sessão ordinária nesta quarta-feira (23), adiou a votação do Projeto de Lei 1399/2023, que dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da Lei Orçamentária de 2024. O pedido de vista foi concedido pelo prazo de cinco dias e compartilhado pelos deputados Dilmar Dal Bosco (União), líder de governo no Parlamento, e pelo deputado Valdir Barranco (PT).

“Foi apresentado um novo substitutivo à LDO, eu tive emendas rejeitadas, então eu quero analisar agora com cuidado o conteúdo do substitutivo”, disse o parlamentar em plenário. “Quero ver a razão pela rejeição das emendas e, se necessário, reapresentar novamente essas emendas para fazermos o debate em plenário”, destacou ainda.

A LDO/2024 foi aprovada em primeira votação no início de julho. Para o próximo ano, o governo estima uma receita corrente líquida de R$ 29,042 bilhões, um aumento nominal de 9,65%, comparado com o de 2023, que foi projetado em R$ 26,486 bilhões. De acordo com o governo, as diretrizes ora definidas estão em sintonia com os cenários político, econômico e social.

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A proposta traz um demonstrativo regionalizado para as renúncias de receita por tributo, para o exercício de 2024, em R$ 11,8 bilhões. O governo anuncia, na mensagem, para a Revisão Geral Anual (RGA-2024) dos servidores, 5,86%. O percentual está atrelado ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) de 2023. O impacto previsto na folha de pagamento é na ordem de R$ 657,3 milhões. O reajuste passa a valer a partir de janeiro de 2024.

Foram três sessões ordinárias nesta quarta-feira (23), na Assembleia Legislativa, duas delas para votação dos vetos do governo a projetos parlamentares e mensagens governamentais em tramitação na Casa de Leis.

Em relação aos vetos, os deputados estaduais derrubaram dois vetos parciais ao Projeto de Lei 1363/2023, do Governo do Estado, que acrescenta e altera dispositivos à Lei nº 9.096, de 16 de janeiro de 2009, que dispõe sobre a Política da Pesca no Estado de Mato Grosso. Com a derrubada dos vetos parciais, fica mantida a suspensão, por um período de cinco anos, da permissão de construção de Pequenas Centrais Hidrelétricas nos rios Cuiabá e Vermelho. A derrubada garante que o artigo 14-A, que trata da suspensão da análise de implantação de novas Pequenas Centrais Hidrelétricas no Rio Cuiabá e Rio Vermelho, e o 14-B, que dispõe sobre o programa de recuperação das Matas Ciliares, passarão a valer após a promulgação da lei pela Assembleia Legislativa.

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Fonte: ALMT – MT

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Max Russi registra 3,8% e lidera pesquisa espontânea para deputado estadual em MT

Lúdio Cabral aparece com 3,6%, enquanto Léo Bortolin, Eduardo Botelho e Thiago Silva registram 2,8%; levantamento ouviu 1,2 mil eleitores

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi (Podemos), aparece com o maior percentual na pesquisa espontânea do Instituto Percent para deputado estadual, divulgada neste sábado (3). Ele foi citado por 3,8% dos entrevistados.

Na sequência está o deputado estadual Lúdio Cabral (PT), com 3,6%. Três candidatos do MDB aparecem empatados numericamente com 2,8%: o ex-prefeito de Primavera do Leste Léo Bortolin e os deputados estaduais Eduardo Botelho e Thiago Silva.

Faissal Calil (PL) ocupa a posição seguinte no levantamento. Depois, Beto Dois a Um (Podemos), Fábio Tardin (Podemos) e Nininho (Republicanos) aparecem empatados, com 2,3% cada.

Paulo Araújo (Republicanos) e Mauro Savi (Podemos) registram 2,2%, enquanto Elizeu Nascimento (Novo) aparece com 2,1%. Chico Guarnieri (PSDB) e Juca do Guaraná (PSDB) têm 2% cada.

Gilberto Figueiredo (Republicanos) e Alan Porto (Republicanos) foram citados por 1,9% dos entrevistados. Samantha do Abilio (PL) aparece com 1,8%, seguida por Alessandra Ferreira (Podemos), com 1,7%.

Valmir Moretto e Wilson Santos (PSD) registram 1,6% cada. Já Júlio Campos (União), Gilmar Fabris (PSD) e Alcino Barcelos (PL) aparecem com 1,5% das intenções de voto na modalidade espontânea.

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Apesar dos percentuais registrados pelos candidatos, o levantamento ainda mostra um elevado número de eleitores sem definição. Ao todo, 24,1% disseram estar indecisos, enquanto 2,9% afirmaram que pretendem votar em branco ou anular o voto.

A pesquisa foi realizada pelo Instituto Percent com 1,2 mil entrevistas domiciliares entre os dias 29 de setembro e 2 de outubro. A margem de erro informada é de 2,83 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob os números 06103/2026 e BR-07507/2026.

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