Disputa ao Paiaguás

Natasha aposta em crescimento na reta final e acredita que pode chegar ao 2º turno

Candidata do PSD aposta no crescimento na reta final, intensifica o corpo a corpo com eleitores e defende uma alternativa à polarização entre Pivetta e Wellington

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A candidata ao Governo de Mato Grosso pelo PSD, Natasha Slhessarenko, afirmou estar confiante com o desempenho de sua campanha na reta final da eleição e disse acreditar que pode crescer nos últimos dias e alcançar o segundo turno. Em entrevista ao RDNews e ao RdTV Cast, Natasha afirmou que um tracking diário contratado por sua campanha aponta crescimento consistente e que também tem percebido maior movimentação nas ruas, com intensificação do contato direto com os eleitores.

Segundo a candidata, a campanha ganhou volume nos últimos dias e a polarização entre Otaviano Pivetta (Republicanos), que busca a reeleição, e Wellington Fagundes (PL) pode deixar de ser o único fator considerado pelos eleitores na escolha para o Governo de Mato Grosso. “Eu estou fazendo muita rua, muito corpo a corpo, que é o que eu gosto de fazer: olhar no olho do cidadão, da cidadã, abraçar e poder olhar pra ele e falar assim: como é que eu posso te ajudar? Qual é a sua dor?”, afirmou durante a visita ao site RDNews.

Natasha reconhece que aparece atrás dos dois principais nomes nas pesquisas mencionadas na entrevista, mas avalia que ainda existe espaço para uma reação na reta final. Para ela, a mobilização nas ruas e o contato direto com a população podem contribuir para ampliar sua presença na disputa. O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro.

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A candidata também questionou a centralidade da polarização entre direita e esquerda no processo eleitoral. Na avaliação apresentada por ela, o eleitor deveria considerar principalmente os problemas concretos enfrentados pela população. Natasha citou questões relacionadas à saúde pública e à violência contra as mulheres para defender que o debate eleitoral não fique restrito à orientação ideológica dos candidatos.

“Quem que inventou essa coisa que Mato Grosso é conservador? Por que isso? Porque a gente já viu que o que interessa são os problemas das pessoas. Você prefere discutir direita e esquerda ou que nós vivemos num Estado que mais se espera na fila do SUS? Você prefere discutir direita e esquerda ou vivermos num Estado que mais mata mulheres e resolver o problema disso?”, questionou.

A candidata também mencionou as eleições municipais de 2024 para defender que o eleitor não deve escolher seus representantes apenas pela orientação ideológica. Segundo Natasha, é necessário observar os resultados das administrações e avaliar se as escolhas feitas anteriormente produziram satisfação para a população.

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“Há dois anos atrás se fez uma eleição e a pauta era que tinha que votar candidatos da direita. Como é que estão essas prefeituras? As pessoas estão satisfeitas com as prefeituras porque votaram na ideologia?”, provocou.

Natasha afirmou ainda que decidiu entrar na disputa pelo Governo do Estado com a intenção de se apresentar como uma alternativa aos grupos que, segundo ela, tradicionalmente comandam a política estadual. “A gente precisa votar em pessoas e projetos. E eu me coloco aí por estar cansada de ter sempre os mesmos, votado nos mesmos”, declarou.

Durante a entrevista, a candidata também falou sobre sua motivação para permanecer na corrida eleitoral e criticou o que classificou como uma “deformação” da política. Para Natasha, o político eleito deve exercer o mandato como servidor da população.

“O político é um servidor público que foi eleito com a confiança do voto só pra servir a população”, afirmou. Ela reconheceu que o desgaste da campanha também a atingiu, mas disse que não pretende desistir da disputa. “Hoje esse cansaço também tomou conta de mim, mas eu não desisti. É por isso que eu estou aqui”, concluiu.

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POLÍTICA MT

Janaina vai trabalhar pela implantação da Politec e por mais proteção às mulheres e crianças em VG

Candidata ao Senado defendeu estrutura adequada para o Conselho Tutelar, ampliação da Patrulha Maria da Penha e atendimento humanizado às vítimas de violência

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A candidata a senadora Janaina Riva (MDB) afirmou que vai trabalhar pela implantação de uma unidade da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) em Várzea Grande. A declaração foi feita durante agenda realizada nesta sexta-feira (18), no lançamento da candidatura à reeleição do deputado estadual Juca do Guaraná.

Em seu discurso, Janaina concentrou-se nas demandas de Várzea Grande e nas políticas de proteção às mulheres, crianças e famílias.

Ao defender a instalação da Politec, Janaina relatou o caso de uma criança vítima de abuso que teria esperado das 4h às 16h pela chegada de um perito de Cuiabá.

“Várzea Grande não é uma extensão de Cuiabá. É a segunda maior cidade de Mato Grosso e seus moradores merecem serviços de qualidade”, afirmou.

A candidata também disse que pretende buscar recursos federais para a construção de uma sede adequada ao Conselho Tutelar. Segundo ela, a estrutura atual não oferece privacidade nem condições para o atendimento humanizado de crianças e familiares.

Na área de proteção às mulheres, Janaina defendeu a ampliação da Patrulha Maria da Penha e recordou a mobilização pela implantação da Delegacia da Mulher no município. Ela também citou a necessidade de psicólogos nas escolas, mais atendimento em saúde mental e redução da espera enfrentada pelas famílias de crianças atípicas para obter um diagnóstico.

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Janaina voltou a defender penas mais duras para crimes contra mulheres e crianças. A candidata sustenta a adoção da prisão perpétua para feminicidas, estupradores e pedófilos, sem progressão de regime ou saída temporária.

Durante o ato, ela lembrou que, na gestão de Kalil, ela e Juca destinaram R$ 3 milhões para a abertura da maternidade municipal. Segundo a candidata, a unidade permitiu que crianças voltassem a nascer em Várzea Grande, sem que as famílias precisassem procurar atendimento em Cuiabá.

Ao encerrar o discurso, Janaina reafirmou a defesa dos servidores públicos, criticou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF).

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