POLÍTICA MT
Max Russi elogia trabalho da CPI da Saúde e destaca importância da transparência sobre OSS
O deputado Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa, elogiou a condução dos trabalhos da CPI da Saúde e a busca pela ampliação das investigações. Para o parlamentar, a atuação da comissão, presidida pelo deputado Wilson Santos (PSDB), é fundamental para garantir total transparência sobre o trabalho das Organizações Sociais (OSS) que administram os serviços de saúde em Mato Grosso, em especial em Cáceres e Alta Floresta.
Russi pontuou que o acompanhamento rigoroso dos contratos e da execução dos serviços pelas OSS é necessário para que o relatório final apresente respostas claras à população. Segundo ele, o trabalho está sendo acompanhado de perto pela sociedade e pela imprensa, o que reforça a responsabilidade dos parlamentares em entregar um diagnóstico preciso sobre a aplicação dos recursos públicos no setor.
O presidente da Casa destacou que o papel da Assembleia é garantir que os instrumentos de investigação cumpram sua obrigação da melhor forma possível. A expectativa é que o colegiado consiga tirar todas as dúvidas remanescentes sobre o modelo de gestão compartilhada e prestar contas de forma transparente aos mato-grossenses.
“Toda investigação é importante e essa é uma prerrogativa essencial da Assembleia Legislativa. A comissão tem a obrigação de fazer o seu papel da melhor forma possível para que, ao final do prazo, apresente um relatório que mostre a realidade, esclareça os fatos sobre as OSS e tire as dúvidas da nossa população”, afirmou Max.
Fonte: ALMT – MT
POLÍTICA MT
Gisela reforça luta por representatividade feminina, mas nega convite para ser vice de Pivetta
‘Não. Não houve este convite. Os rumores começaram porque Pivetta disse que gostaria de uma mulher da Baixada Cuiabana como vice’, disse unista
Em conversa com a imprensa na noite desta última quarta-feira(13.05), a presidente do diretório do União Brasil, em Cuiabá, Gisela Simona, dissipou rumores recentes sobre sua possível participação como vice, na majoritária, em composição com o governador Otaviano Pivetta(Republicanos), que busca a reeleição pelo comando do Palácio Paiaguás.
Segundo Gisela, as especulações surgiram a partir de declarações do próprio Pivetta, ao demonstrar sua intenção em ter uma mulher da Baixada Cuiabana, como sua vice, em uma futura composição majoritária, na disputa pela reeleição ao Governo do Estado. E que, inclusive, não houve nenhum contato formal a respeito de seu nome para a vaga de vice-governadoria.
“Não, não houve este convite. Na verdade, todos estes rumores começaram porque o governador Otaviano Pivetta veio à imprensa e disse que tinha preferência para vice, uma mulher da Baixada Cuiabana, na sua disputa à reeleição pelo comando do Palácio Paiaguás”, esclareceu.
Com uma sólida experiência política testada nas urnas e acumulada em 33 meses de mandato na Câmara Federal, marcada por 100% de presença em plenário, a dirigente ainda fez questão de frisar que a escolha do nome para vice-governadoria comumente ocorre mais próximo às convenções, quando se definem alianças estratégicas.
“Muitas vezes essa escolha sai até da própria convenção, porque tem siglas que precisam ser atraídas para dar mais robustez à coligação. Assim, vice-governadoria e suplência ao Senado, são cargos que amarram acordos para dar mais musculatura à campanha”.
Contudo, a dirigente destacou seu orgulho em ver a possibilidade de uma mulher compondo a chapa do atual governador, reforçando sua persistente luta pela ampliação da presença feminina na política, especialmente em Mato Grosso onde as mulheres representam mais de 50% do eleitorado.
“Fico muito feliz que Pivetta esteja pensando em uma mulher para construir uma dobradinha na disputa majoritária, nestas eleições. Isso agrega muito. É muito importante para Mato Grosso, que tem mais de 50% dos eleitorado composto por mulheres. Torço para que essa representatividade se traduza também num espaço de poder efetivo.”
Ao longo de sua trajetória, Gisela consolidou-se como uma voz firme no combate às desigualdades de gênero, liderando iniciativas como o Pacote Antifeminicídio, aprovado em outubro de 2024. E ainda hoje reconhecida em Mato Grosso como ‘Gisela do Procon’, a parlamentar também levou ao Congresso sua trajetória histórica na defesa do consumidor.
E nos 33 meses de mandato percorreu milhares de quilômetros de estrada, por várias regiões do Estado, nos recessos da Câmara Federal. Ouvindo lideranças, movimentos sociais e representantes de setores produtivos, fortalecendo sua presença política fora dos grandes centros.
Em 2026, voltou ao noticiário nacional ao defender o Projeto de Lei 727/2026, que autoriza mulheres a adquirir e portar spray de pimenta para defesa pessoal. E na articulação que ganhou apoio suprapartidário em torno da proposta que amplia a transparência das votações na Câmara, exigindo divulgação prévia das pautas antes das sessões plenárias.
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