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Polícia Civil deflagra operação contra grupo investigado por furtos de módulos eletrônicos de caminhões na Baixada Cuiabana

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (15.5), a Operação “Larápio Noturno”, com foco no combate a furtos de módulos eletrônicos de caminhões praticados na região da Baixada Cuiabana. A ação, desencadeada pela Delegacia de Rosário Oeste, com apoio da Delegacia Regional de Várzea Grande, deu cumprimento a três mandados de prisão, culminando em duas prisões.

As investigações apontavam a atuação de um grupo criminoso especializado no furto das peças nas cidades de Rosário Oeste, Jangada e Nobres, principalmente durante o período noturno, enquanto motoristas realizavam descanso em postos e pontos de parada às margens das rodovias.

Conforme apurado, os suspeitos aproveitavam o repouso dos caminhoneiros para subtrair os módulos eletrônicos instalados na parte externa dos veículos, geralmente durante a madrugada, por volta das 2 horas. O equipamento é essencial para o funcionamento do caminhão, impedindo que o veículo seja ligado após o furto.

Além do prejuízo financeiro causado pela subtração das peças, avaliadas em aproximadamente R$ 7 mil cada, as vítimas também sofriam impactos relacionados ao atraso no transporte e possível perecimento das cargas transportadas.

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Segundo a investigação, os crimes vinham ocorrendo de forma recorrente, com registros de até três furtos por semana na região.

Após diligências investigativas e levantamentos realizados pela equipe policial, foi possível identificar suspeitos envolvidos diretamente nos furtos. As investigações prosseguem para identificar outros integrantes do esquema criminoso, especialmente possíveis receptadores das peças subtraídas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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