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Jean do Coutinho mantém liderança inabalável em Querência, apesar de ataques desesperados da oposição

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Querência, MT – Na reta final das eleições municipais, o cenário político em Querência se torna cada vez mais acirrado, com Jean do Coutinho consolidando sua posição de favorito ao executivo municipal aponta últimos levantamentos, uma vantagem expressiva para o candidato que promete dar continuidade ao exitoso trabalho do atual prefeito Fernando Gorgem.

Contudo, nos últimos dias, um novo elemento surgiu no cenário eleitoral: uma onda de fake news e inverdades disseminadas pela oposição, claramente desesperada diante da iminente vitória de Jean. Essas táticas baixas, no entanto, parecem ter pouco efeito sobre o eleitorado querênciano, que se mostra cada vez mais decidido a apoiar Jean do Coutinho.

“É lamentável ver o desespero da oposição se traduzindo em ataques infundados”, comenta Jean, mantendo a compostura diante das acusações falsas. “Nosso foco continua sendo nas propostas e no futuro de Querência.”

O prefeito Fernando Gorgem, que tem sido um pilar fundamental na campanha de Jean, condena veementemente essas práticas:  Jean representa a verdade e o progresso que Querência precisa.”

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O apoio ao candidato permanece sólido, com o Governador Mauro Mendes reiterando seu endosso: “Jean é um homem íntegro. Essas tentativas de manchar sua reputação só reforçam o quanto ele é temido pela velha política.”

Deputados e senadores aliados a Jean também se manifestaram, repudiando as táticas sujas e reafirmando seu apoio ao candidato. “Jean do Coutinho representa a nova política, focada em resultados e não em difamações”.

Nas ruas, a população parece imune às falsas narrativas. “A gente conhece o Jean, sabe do seu caráter. Essas mentiras não colam aqui”, afirma o eleitorado de Jean do Coutinho.

Essas estratégias desesperadas da oposição podem na verdade, estar beneficiando ainda mais a campanha de Jean. “O eleitor está cansado dessa política do vale-tudo. Jean, ao se manter focado nas propostas, ganha ainda mais respeito”.

À medida que a eleição se aproxima, a expectativa é de que Jean do Coutinho não apenas vença, mas o faça com uma margem ainda mais expressiva, enviando uma mensagem clara: Querência escolhe o progresso, a continuidade de boas políticas e rejeita veementemente a política do desespero e da desinformação.

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Com o apoio inabalável de lideranças importantes e, principalmente, do povo de Querência, Jean do Coutinho se prepara para uma vitória que promete ser não apenas eleitoral, mas um triunfo da política séria e propositiva sobre as velhas práticas que a população tanto repudia.

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TJMT mantém prisão de músico investigado por suposta ligação com o Comando Vermelho

Defesa pediu liberdade ou substituição da preventiva por medidas cautelares, mas recurso foi negado por unanimidade pela Segunda Câmara Criminal

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A Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) manteve a prisão preventiva de Elieverson Carlos Jeronimo, investigado na Operação Horizonte por suposta ligação com o Comando Vermelho na região de Paranaíta. O habeas corpus apresentado pela defesa foi negado por unanimidade.

Elieverson está preso preventivamente desde 22 de maio deste ano, quando foi alvo da operação da Polícia Civil. Segundo os elementos citados no processo, os investigadores apontam que ele teria cadastro como “lojista” dentro da organização criminosa e realizaria pagamentos mensais relacionados à chamada “lojinha”.

A defesa contestou a manutenção da prisão e argumentou que não existiriam indícios suficientes de envolvimento direto do investigado com o comércio de drogas. Também alegou falta de contemporaneidade entre os fatos investigados e a prisão.

Os advogados destacaram ainda que Elieverson possui residência fixa, família e ocupação lícita, atuando como músico, microempreendedor individual e instrutor em projeto social.

O caso teve como relator o juiz convocado Francisco Alexandre Ferreira Mendes Neto. Também participaram do julgamento os desembargadores Antonio Horacio da Silva Neto e Rui Ramos Ribeiro.

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Para o colegiado, entretanto, os argumentos apresentados não foram suficientes para afastar os fundamentos da prisão preventiva. Entre os elementos considerados está a análise do celular de Alane da Silva Pereira, apontada pela investigação como gerente local da facção.

De acordo com o acórdão, a extração forense do aparelho, autorizada judicialmente, encontrou mensagens, áudios e comprovantes financeiros que, segundo os investigadores, indicariam uma ligação de Elieverson com o grupo.

A decisão de primeira instância, posteriormente mantida pelo Tribunal, registrou que “as investigações apontam sua integração à facção criminosa Comando Vermelho em Paranaíta/MT, com cadastro formal como lojista realizado conforme o procedimento cartorário da organização”.

O acórdão também menciona um áudio atribuído à mulher apontada como gerente da facção, no qual ela teria solicitado uma fotografia para concluir o cadastro. Conforme o processo, a investigação identificou ainda pagamentos mensais de R$ 100 relacionados à denominada “lojinha”, realizados via Pix.

Segundo o entendimento apresentado no julgamento, o cadastro e os pagamentos recorrentes seriam elementos que, em tese, indicariam uma relação estável com a organização, e não apenas contato eventual com integrantes.

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A prisão preventiva foi mantida com fundamento na garantia da ordem pública e na conveniência da instrução criminal. O relator também destacou a necessidade de resguardar eventuais testemunhas que possam colaborar com a Justiça.

O colegiado rejeitou ainda o pedido alternativo da defesa para substituir a prisão por medidas cautelares, como monitoramento eletrônico e comparecimento periódico à Justiça. Para os magistrados, essas medidas seriam insuficientes diante dos elementos apresentados na investigação.

“Os predicados pessoais favoráveis, como já enfrentado, não afastam essa conclusão, a teor do Enunciado Orientativo nº 43 do TJMT, tampouco houve, segundo as informações prestadas, qualquer alteração na situação fática desde a decretação”, diz trecho do voto.

O acórdão foi publicado no dia 21 deste mês. A decisão trata da manutenção da prisão preventiva e não representa julgamento definitivo sobre as acusações investigadas na Operação Horizonte.

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