POLÍTICA MT

Intolerância Religiosa é tema de audiência pública na Assembleia Legislativa


Foto: Helder Faria

Com o objetivo de estabelecer um diálogo inter-religioso com as mais diversas vertentes religiosas, o deputado estadual Valdir Barranco (PT) apresentou um Requerimento (n° 11/2022) para a realização de uma Audiência Pública para debater a “Intolerância Religiosa” em Mato Grosso. A atividade acontece na próxima segunda-feira, dia 21 de fevereiro, na Sala das Comissões da Assembleia Legislativa, a partir das 09h, de maneira remota.

A realização da audiência tem o objetivo da audiência pública e buscar saídas para evitar este tipo de violência e assegurar no MT e entorno a liberdade de crença, direito previsto na Constituição brasileira. Na justificativa para realização do debate, o deputado Barranco informa para a importância e necessidade de discutir sobre a intolerância religiosa.

“A preocupação da gestão é implantar políticas públicas para a população negra e para os povos de terreiro. É uma forma de desfazer preconceitos, pensar no racismo religioso, nas comunidades tradicionais, nas características das divindades de raiz africana e nas legislações que amparam esse grande grupo. É necessária essa discussão com a população do estado de Mato Grosso”, explicou.

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A proposição da audiência caminha junto do Projeto de Lei nº 812/2021, apresentado pelo deputado Barranco, que busca criar, no portal da Delegacia Online da Polícia Civil, um acesso especial para apresentação de Registro de Ocorrência virtual envolvendo Crimes Raciais e Delitos de Intolerância Religiosa no Estado. Apresentada em setembro de 2021, atualmente o PL está na Comissão de Segurança Pública e Comunitária da ALMT.

Respeito – Segundo o Estatuto da Igualdade Racial, é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias; e ainda, a produção e divulgação de conteúdos relacionados ao exercício e à difusão das religiões de matriz africana.

Barranco defende o tratamento igualitário a todas as crenças. O deputado diz que a liberdade religiosa está protegida e não deve, de forma alguma, ser desrespeitada e muito menos violentada como está sendo.

Lembrando que a Audiência será realizada no dia 21 de fevereiro de 2022, às 9 horas, na Sala das Comissões, apenas por meio virtual.

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Fonte: ALMT

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POLICIAL

Com mandado de prisão em aberto, ex-deputado Daltinho não é localizado há mais de um mês

Ex-parlamentar de Mato Grosso é acusado de acumular dívida de R$ 140 mil em pensão alimentícia e segue sendo procurado após decisão da Justiça do Tocantins

Mais de um mês após ter a prisão civil decretada pela Justiça do Tocantins, o ex-deputado estadual por Mato Grosso Adalto de Freitas Filho, conhecido como Daltinho, ainda não foi localizado pelas autoridades policiais.

De acordo com informações registradas no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP), o mandado de prisão segue em aberto desde o dia 17 de abril de 2026, data em que a ordem judicial foi expedida.

Daltinho é acusado de acumular uma dívida de aproximadamente R$ 140 mil em pensão alimentícia destinada à filha adolescente e à ex-esposa.

Segundo documentos oficiais, o ex-deputado possui domicílio em Barra do Garças, cidade localizada na divisa entre Mato Grosso e Goiás, mas até o momento não foi encontrado para o cumprimento da decisão judicial.

O caso ganhou repercussão após a revelação de que a prisão civil do ex-parlamentar já havia sido decretada há mais de um mês sem que houvesse localização do investigado pelas forças policiais.

Nos bastidores jurídicos, a situação chama atenção pelo longo período em que o mandado permanece em aberto, além do valor elevado da dívida apontada no processo.

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A prisão civil por inadimplência de pensão alimentícia é prevista na legislação brasileira como medida coercitiva para obrigar o pagamento da obrigação judicial.

O caso envolvendo o ex-deputado deve continuar sendo acompanhado pelas autoridades enquanto a ordem de prisão permanecer válida e sem cumprimento.

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