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ALMT participa de assinatura de ordem de serviço para duplicação da BR-163 no trecho entre Várzea Grande e Jangada

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Deputados estaduais acompanharam a assinatura da oitava ordem de serviço para duplicação da BR-163, feita pelo governo do estado, na manhã desta sexta-feira (18). O novo contrato contempla o trecho entre Várzea Grande e Jangada, com investimento de R$ 431 milhões.

Em estrutura montada num posto de combustíveis no quilômetro 468 da BR-163/364, em Várzea Grande, compareceram ainda autoridades de Cuiabá, Várzea Grande e Jangada, senadores, além de representantes da Nova Rota do Oeste (empresa concessionária), Mato Grosso Participações e Projetos S.A (MT Par), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União), destacou a importância da estrada para o estado. “A BR-163 é o principal eixo logístico rodoviário do estado e, com essa licitação, estamos avançando para a finalização das contratações. O último trecho já está em processo de licitação e esperamos concluir todas as contratações até o próximo mês, cumprindo nosso compromisso de duplicar 455 quilômetros de rodovia que assumimos diante a ANTT”, afirmou.

Mendes também avaliou que a número de acidentes e mortes deve ser reduzido com a conclusão da obra. “Os números já mostram isso. No primeiro trecho que foi duplicado, do posto Gil até Nova Mutum, já houve uma grande redução do índice de acidente e até mesmo de mortes. É uma obra que transforma a realidade. Gera um potencial de crescimento muito grande no estado de Mato Grosso e é uma obra que, acima de tudo, está salvando vidas e melhorando a qualidade de vida dos mato-grossenses”, ressaltou o chefe do governo do estado.

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Foto: EDSON RODRIGUES/Assessoria de Gabinete

O impacto positivo da duplicação foi reconhecido pelas autoridades presentes. “É uma grande satisfação para mim estar vivo, com saúde e ainda exercer um mandato eletivo, podendo testemunhar a realização de uma obra que sonhamos há tanto tempo. Parabéns ao governador Mauro Mendes e à empresa concessionária Nova Rota por trazerem mais segurança e conforto para a população do norte de Mato Grosso e de todo o Brasil, que utiliza essa importante rodovia”, declarou o deputado estadual Júlio Campos (União).

“Nesta rodovia havia transtorno diariamente, perdendo-se vidas e impedindo o desenvolvimento do nosso estado. Hoje, a gente fica feliz quando vê o governo assumindo o compromisso de duplicar todo esse trecho, com redução 50% no prazo, de oito para quatro anos. Isso traz mais segurança, mais qualidade de vida e melhores condições para todos os usuários”, afirmou o deputado Nininho (Republicanos).

O prefeito de Jangada, Rogério Meira (PSD), agradeceu aos governos estadual e federal pela obra. “Isso vai ser muito importante para Jangada. Nós perdemos vários familiares, amigos e pessoas que trafegam nesta BR. É um momento histórico para nós aqui de Mato Grosso, principalmente de Jangada”, expôs.

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), destacou que a duplicação era uma demanda de décadas. “Vejo essa iniciativa com muita alegria. A trafegabilidade vai melhorar, o escoamento dos produtos no nosso estado vai ter mais segurança e também haverá mais segurança para as famílias que passam por aqui”, disse.

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O diretor presidente da Nova Rota do Oeste, Luciano Uchoa, garantiu que a equipe da empresa está acelerando as obras de duplicação e lembrou que a ordem de serviço incluiu também melhorias de segurança, com a criação de área de escape e a inclusão da conectividade 4G.

Segundo informações da concessionária, a área de escape da Serra de São Vicente será construída no quilômetro 350,8 da BR-364/163 e contará com pórticos rolantes – estruturas utilizadas para movimentação de cargas pesadas -, com guinchos e capacidade total para remover até 80 toneladas por operação. A implantação do sistema de conectividade 4G LTE levará acesso à internet em 100% dos 850,9 quilômetros da BR-163, de Itiquira a Sinop. Atualmente, apenas 45% do trecho rodoviário possui cobertura oferecida por alguma operadora de telefonia móvel.

O investimento total garantido pelo BNDES por meio de empréstimo é de cerca de R$ 5 bilhões para as obras de duplicação em diferentes trechos da BR-163. São mais de 440 quilômetros, com previsão de conclusão de até oito anos, mas que, segundo o governo do estado, deverá ser entregue no prazo de quatro anos. De acordo com Mauro Mendes, este ano serão concluídos 130 km.

Fonte: ALMT – MT

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Ex-prefeito acusa Wellington de cobrar 20% de propina sobre emendas e diz: “Seria uma tragédia para Mato Grosso”- veja o video 

Priminho Riva afirma que teria sido obrigado a devolver parte dos recursos destinados a Juara e diz que valores eram depositados em conta de assessor; acusações se referem ao período em que Fagundes era deputado federal

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O ex-prefeito de Juara Priminho Riva fez graves acusações contra o senador e candidato ao Governo de Mato Grosso Wellington Fagundes (PL). Em entrevista ao PodOlhar, Riva afirmou que, quando administrava o município, teria sido submetido a uma cobrança de 20% sobre emendas parlamentares destinadas por Fagundes, que na época exercia mandato de deputado federal.

Segundo o relato do ex-prefeito, a liberação dos recursos estaria condicionada ao pagamento de parte do valor da emenda. Riva afirmou que resistiu inicialmente à suposta exigência, mas teria cedido em uma situação envolvendo recursos emergenciais necessários para a construção de pontes no município.

O Wellington Fagundes não liberava uma emenda para um município, principalmente para o meu, se eu não pagasse para liberar”, declarou Riva, conforme a entrevista reproduzida nas imagens.

O ex-prefeito afirmou ainda que a retirada de 20% comprometia a execução das obras, uma vez que os recursos já chegavam aos municípios com valores que, segundo ele, muitas vezes não acompanhavam os custos necessários para a realização dos serviços.

De acordo com Riva, diante da insuficiência financeira, a administração municipal precisava buscar ajuda de produtores rurais e moradores para conseguir executar obras.

“É difícil você pegar um recurso do qual tem que devolver 20% e ainda realizar as obras”, afirmou.

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“PIRES NA MÃO”

Riva relatou que a situação teria obrigado a prefeitura a recorrer a fazendeiros e sitiantes em busca de materiais e colaboração para concluir intervenções públicas.

Segundo o ex-prefeito, a suposta cobrança diminuía diretamente a capacidade de investimento do município e deixava a administração de “pires na mão”.

As acusações apresentadas por Priminho Riva referem-se ao período em que Wellington Fagundes exercia mandato de deputado federal. O ex-prefeito cita especificamente sua experiência à frente de Juara e sustenta que outros gestores municipais também teriam enfrentado situações semelhantes.

“TRAGÉDIA PARA MATO GROSSO”

Ao comentar a eleição estadual, Priminho Riva afirmou que ainda não definiu quem apoiará para o Governo, mas descartou categoricamente votar em Wellington Fagundes.

Eu só sei quem eu não apoio. Em quem eu apoio, ainda não me decidi. Eu não apoio de jeito nenhum o senador Wellington Fagundes”, afirmou.

Riva relacionou sua posição às acusações que fez sobre o período em que era prefeito e Fagundes, deputado federal.

Na avaliação do ex-prefeito, uma eventual eleição do senador seria uma “tragédia para Mato Grosso”.

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O ex-gestor foi além e especulou que, caso Fagundes tivesse o controle direto das finanças estaduais, o percentual supostamente cobrado poderia ser ainda maior.

“Se ele tiver a chave do cofre, aí a coisa muda. Aí não vai ser 20%, vai ser 70% ou 80%. Quem sabe mais?”, declarou.

Essa afirmação sobre percentuais futuros é uma projeção feita por Riva durante a entrevista, e não a descrição de um fato comprovado.

DINHEIRO EM CONTA DE ASSESSOR

Outro ponto grave do depoimento envolve a forma como, segundo Riva, ocorreria o pagamento.

O ex-prefeito afirmou que o dinheiro referente aos supostos 20% deveria ser depositado na conta de um assessor ligado ao então deputado. Riva também alegou que outros prefeitos teriam se sentido extorquidos.

“Me senti extorquido, como tantos outros prefeitos também foram extorquidos”, declarou.

As declarações constituem acusações feitas por Priminho Riva e, por si só, não comprovam a prática dos crimes mencionados. Eventual responsabilização criminal depende de investigação, provas e decisão das autoridades competentes.

Diante da gravidade das afirmações, o espaço permanece aberto para que Wellington Fagundes e sua defesa se manifestem sobre todas as acusações apresentadas pelo ex-prefeito.

 

 

 

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