ALIANÇA EM VÁRZEA GRANDE

Famílias recebem Pivetta e relatam melhoria no recebimento de água

Presidente do bairro Cristo Rei destacou parceria com Governo do Estado e disse que moradores diminuíram compra de água para diversos afazeres

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), nesta sexta-feira (11), visitou famílias que moram no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, e coletou relatos sobre a distribuição de água ter melhorado na região. Ele também apurou demandas e alinhou estratégias de solução com a equipe do Departamento de Água e Esgoto (DAE).

Em julho, Pivetta assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) denominado “aliança pela água”. Com investimento de R$ 60 milhões, o documento prevê identificar falhas e otimizar a distribuição da água no município.

No bairro Cristo Rei, por exemplo, oito poços foram reativados e mais oito perfurados para acelerar os resultados. A representante dos moradores, presidente Maria do Carmo Aguiar, afirmou não ter mais medo de iniciar o dia sem água.

“Só posso agradecer, porque antes o telefone tocava às cinco horas da manhã. Me perguntavam ‘dona, cadê a água?’. Temos a esperança de levantar e cuidar dos afazeres sem medo de não ter água, sem comprar caminhão de água ou ligar a bomba”, disse.

Maria, inclusive, destacou a parceria com Pivetta para realizarem um trabalho conjunto para encerrar a falta de água no município. Ela relatou confiança no governador.

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“Graças a Deus, nosso governador está aqui para nos dar a mão e trabalharmos unidos, fazendo parceria para um bom trabalho. Chegou a hora em que alguém vai resolver”, pontuou.

A dona de restaurante Ângela Assunção disse que não compra mais água para realizar afazeres domésticos e compromissos profissionais.

“Agora sim a água está chegando, depois de um ano comprando caminhão de água. Nesta semana, tomei banho de chuveiro, porque a água subiu na caixa. Nem precisei de bomba. Ainda mais em estabelecimento, não podemos ficar sem água”, declarou.

“Olha para Várzea Grande como um pai” 

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), considerou que o Governo do Estado realizou muitas ações benéficas ao município. Ela citou que Pivetta tem olhar atento às demandas dos cidadãos.

“Já fizemos muito com o Governo do Estado e temos muito a fazer pelos próximos quatro anos. O importante é o olhar para o cidadão. Tenho um governador comigo e, com minha equipe, enfrentamos tudo sem medo. Ele olha como um pai para Várzea Grande e quer cuidar de cada pedacinho”, ressaltou.

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Por fim, Pivetta enfatizou que sua meta é levar água para todos os várzea-grandenses, além de promover melhorias em diversos setores municipais.

“Vamos levar para toda a Várzea Grande. O Governo do Estado de Mato Grosso chegou para ficar. Não vamos mais sair. Tem a água, mas temos que fazer melhorias importantes também em ruas, avenidas e melhorar a educação”, completou.

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POLÍTICA MT

Maioria prefere candidato que mantenha atual modelo de gestão

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Pesquisa mostra preferência pela continuidade entre diferentes segmentos do eleitorado de Mato Grosso, com destaque para evangélicos, homens e eleitores de determinadas faixas etárias e regiões

A maioria dos eleitores de Mato Grosso afirma preferir eleger um governador que dê continuidade ao atual modelo de gestão estadual. É o que aponta levantamento do instituto AtlasIntel, que também revela diferenças significativas de opinião conforme gênero, idade, escolaridade, renda, religião, região e posicionamento político.

Entre os homens, 59,1% defendem a continuidade, enquanto 36,6% preferem uma gestão diferente. Entre as mulheres, o cenário é mais equilibrado, mas com vantagem para a mudança: 49,6% afirmam querer uma administração diferente, contra 44,6% que optam pela manutenção do atual modelo.

A divisão também aparece de forma acentuada conforme a idade. Entre eleitores de 35 a 44 anos, 63,3% preferem a continuidade. Já entre aqueles de 45 a 59 anos, 58,5% defendem uma gestão diferente, enquanto 31,1% querem a manutenção do modelo atual.

A escolaridade apresenta outro contraste. Entre eleitores com ensino médio, 67,3% preferem a continuidade, contra 26,3% favoráveis à mudança. No grupo com ensino superior, ocorre o inverso: 60,9% preferem uma gestão diferente, enquanto 35,1% defendem a continuidade.

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Regiões

A continuidade aparece como preferência em boa parte das regiões pesquisadas. Em Cáceres, o índice chega a 70,2%, contra 26,9% favoráveis a uma gestão diferente. Em Mato Grosso, o percentual é de 59,4%; na região intermediária de Cuiabá, 56,2%; em Sinop, 49,6%; e em Rondonópolis e Barra do Garças, 47,4%.

Na Capital, porém, o cenário é praticamente dividido. Segundo o levantamento, 49,9% preferem uma gestão diferente, enquanto 46,8% querem continuidade, uma diferença de apenas 3,1 pontos percentuais.

Renda e religião

A preferência pela continuidade também aparece entre as faixas de renda analisadas. Entre eleitores com renda familiar de R$ 3 mil a R$ 5 mil, 56,7% defendem a manutenção do atual modelo, enquanto 40,8% preferem uma mudança.

O recorte religioso apresenta uma das maiores diferenças da pesquisa. Entre os evangélicos, 74,1% querem um candidato que dê continuidade à atual gestão, contra 22,8% que preferem mudança. Entre os católicos, o cenário se inverte: 52,7% defendem uma administração diferente e 42,7% optam pela continuidade.

Posicionamento político

O posicionamento político também influencia fortemente as respostas. Entre os eleitores que se identificam como bolsonaristas, 64,2% preferem a continuidade, enquanto 33,9% defendem uma mudança.

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Entre os petistas, ocorre o contrário: 79,6% querem uma gestão diferente, contra 15,7% favoráveis à continuidade. Já entre aqueles que se definem como antipetistas e antibolsonaristas, 58,8% defendem a continuidade e 37,5% preferem mudança.

O levantamento também aponta associação entre o comportamento eleitoral de 2022 e a posição atual. Entre os eleitores que afirmaram ter votado em Jair Bolsonaro no segundo turno presidencial, 64,7% querem continuidade. Entre os eleitores de Lula, 66,5% preferem uma gestão diferente.

Metodologia

A pesquisa AtlasIntel ouviu 1.209 eleitores de Mato Grosso entre os dias 4 e 9 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pela própria AtlasIntel e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números MT-02766/2026 e BR-08540/2026.

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