MOVIMENTO 20000
“24 horas pedindo voto”: professora declara apoio voluntário a Max durante agenda em Nobres
Após carreata, Maria Andrade destacou trabalho do parlamentar; Max apresentou proposta para ampliar atendimento a crianças neurodivergentes nos municípios
O deputado estadual Max Russi (Podemos) realizou carreata e reunião com apoiadores em Nobres, a cerca de 120 km de Cuiabá, neste sábado (26). Durante o encontro, a professora aposentada e voluntária Maria Andrade declarou apoio ao parlamentar e afirmou que participa espontaneamente da mobilização nesta reta final de campanha.
Maria contou que a sua participação está relacionada ao trabalho desenvolvido por Max e à atuação em políticas públicas.
“Eu sou cabo eleitoral voluntária do Max, 24 horas, diuturnamente, pedindo voto. Quero que ele seja sempre lembrado porque deu condições para a gente trabalhar”, afirmou.
Além disso, a professora destacou que considera a atuação política uma forma de trabalhar em benefício da população.
“Só faz política pública quem tem amor ao próximo”, declarou.
Max agradeceu a confiança da aposentada, e reforçou a importância do apoio de cada eleitor. “Não existe eleição ganha, é preciso conquistar o voto.”, reforçou.
Ainda no sábado, Max cumpriu outras duas agendas em Cuiabá. Primeiro, participou de uma reunião com apoiadores, na qual ouviu sugestões para os últimos dias de campanha. Depois, participou de um bandeiraço na Avenida Getúlio Vargas.
POLÍTICA MT
Após suspensão de despejo, famílias reconhecem atuação de Max em Cuiabá
Deputado voltou aos condomínios e defendeu novas alternativas para avançar na regularização dos imóveis
Os moradores dos residenciais Villas das Minas e Lavras do Sutil I e II agradeceram as articulações do deputado estadual Max Russi (Pode), candidato à reeleição, para impedir o despejo de centenas de famílias que vivem nos condomínios, na região do Porto, em Cuiabá. Durante reunião de campanha realizada na noite de domingo (27), o parlamentar reafirmou o compromisso de continuar acompanhando o caso e buscar alternativas para que o impasse envolvendo os imóveis seja definitivamente solucionado.
“Eu como presidente da Assembleia tenho que usar a minha influência para ajudar as pessoas. Foi isso que eu fiz aqui, como fiz em tantos outros lugares. Nós ganhamos uma luta, mas não a guerra. Precisamos pensar em novas estratégias para avançar. Têm condições da gente buscar recursos do governo do Estado, eu já falei com o governador Otaviano Pivetta. Se precisar mudar a legislação do Estado, eu ajudo com a mudança para que isso seja possível”, afirmou o deputado.
A atuação de Max no caso começou em abril deste ano, quando o parlamentar foi pessoalmente aos condomínios após os moradores receberem a notícia de que poderiam ser retirados dos imóveis. O conflito tem origem na falência da Trese Construtora e Incorporadora Ltda. e se agravou depois que a empresa Trunk Gestão Empresarial arrematou os empreendimentos em leilão judicial.
Na época, decisão da 1ª Vara Cível de Cuiabá reconheceu o direito da empresa à posse dos imóveis e autorizou o cumprimento dos mandados, inclusive com uso de força policial e arrombamento em caso de resistência. A medida provocou apreensão entre famílias que afirmam ter adquirido os apartamentos de boa-fé e vivem nos residenciais há décadas.
Diante da situação, Max acionou a Corregedoria-Geral da Justiça e pediu formalmente a suspensão das desocupações. A solicitação foi acolhida e, em abril, o corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote, recomendou a suspensão do despejo e o encaminhamento do caso para análise da Comissão Regional de Soluções Fundiárias. Posteriormente, a Justiça também autorizou a continuidade do processo de regularização fundiária dos imóveis.
Meses depois, os moradores aproveitaram o retorno do deputado aos residenciais para agradecer a atuação naquele momento de incerteza.
“Estou muito feliz e satisfeita com o trabalho do deputado Max Russi, se não fosse ele a gente estaria fora da nosssa moradia. Ele teve muita vontade de nos fortalecer, a gente estava desesperado, sem saber o que fazer”, relatou Elen Regina de Almeida Lopes, que mora há 23 anos no condomínio Lavras do Sutil I.
“Eu já estava muito desacreditada. Muita pressão, falavam que iam despejar e eu paguei, comprei na planta, paguei, foi uma luta. O Max foi um anjo enviado por Deus. Nós sairemos vitoriosos se Deus quiser”, completou Arlinda Almeida Silva que adquiriu um dos apartamentos há 30 anos.
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