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Seis membros de organização criminosa são presos pela PM e armas e munições apreendidas

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Policiais militares de Cáceres realizaram a prisão de quatro homens, de 18 a 25 anos, e apreenderam dois adolescentes, de 16 e 17 anos, todos membros de uma organização criminosa, na noite desta quarta-feira (22.06). Na ação, foram apreendidas duas armas de fogo que estavam sendo utilizadas para cometer homicídios na cidade.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes do 6º Batalhão e da Força Tática estavam nas diligências em busca dos suspeitos de um duplo homicídio que vitimou Arison Rafael Ramos da Silva, de 22 anos, e Sandro Gonçalves Perine, de 34 anos, durante a tarde, no bairro Cavalhada. Por volta de 22h30, as equipes receberam informações do setor de inteligência sobre a localização dos criminosos, no bairro Jardim Padre Paulo.

Os policiais militares se deslocaram ao endereço informado e notaram duas pessoas saindo de motocicleta. Foi iniciado acompanhamento, momento em que os suspeitos notaram a presença das viaturas policiais e começaram a fugir em alta velocidade. Durante a fuga, a dupla tentou dispensar alguns objetos e retornar ao endereço de origem, mas os suspeitos foram cercados pela PM e abordados.

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Em revista pessoal com a dupla, nada de ilícito foi encontrado. Na residência, de onde os suspeitos saíram, a PM encontrou mais quatro pessoas, sendo que duas tentaram fugir, mas foram rapidamente detidas.

A PM encontrou ainda um revólver calibre .38 com cinco munições, um revólver calibre .32 com quatro munições, diversas munições de outros calibres de arma, porções de drogas, balanças de precisão, celulares e uma luva.

Questionados sobre todo o armamento, um dos suspeitos confessou que as armas eram utilizadas para se protegerem de uma organização criminosa rival, sendo que os revólveres também foram utilizados no duplo homicídio ocorrido no período da tarde.

Diante da situação de flagrante, os quatro adultos receberam voz de prisão e os adolescentes conduzidos para o Cisc de Cáceres, junto com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis ao caso.

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

 
Fonte: PM MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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