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Projeto Mão Amiga desenvolvido pela Polícia Civil de MT completa um ano de implantação

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O projeto Mão Amiga idealizado pela Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Coordenadoria de Gestão de Pessoa, completou, na terça-feira (03.06), um ano de atividades de acolhimento se tornando um dos importantes pontos de apoio aos servidores que buscam auxílio.

O trabalho iniciou os atendimentos com encontros presenciais, nos moldes dos grupos de Alcoólicos Anônimos, oportunizando depoimentos e orientações segundo os princípios da irmandade.

No entanto, diante da aceitação o grupo de autoajuda da instituição passou a ampliar as reuniões, também de forma online, possibilitando ampla abrangência e a participação de servidores de todo estado.

No ano de 2024 o projeto Mão Amiga realizou 568 reuniões, sendo 324 no formato presencial e 244 de forma virtual. Já em 2025 foram realizadas 161 encontros presenciais e 81 reuniões online.

As ações do projeto Mão Amiga atua no amparo de tratamento das dependências psicoativas, com acompanhamentos psicológicos e encaminhamentos ao atendimento médico, quando necessário, especialmente quando se obtêm os abalos dos transtornos que os policiais civis e seus familiares sofrem.

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O anonimato é garantido, o que ajuda e contribui para que o projeto possa cumprir a missão de oferecer assistência com respeito, dignidade e sem julgamentos.

Conforme o coordenador da Gestão de Pessoas, delegado Carlos Francisco de Moraes, o grupo de autoajuda é um espaço onde é possível compartilhar a própria história com pessoas que vivem situações semelhantes, acolhendo os servidores para que o indivíduo adquira consciência de que uma mudança de comportamento se faz necessário.

“O principal intuito do projeto desenvolvido pela equipe da Gerência de Saúde e Segurança, é demonstrar e resguardar os policiais civis que necessitam de ajuda na sua recuperação”, destacou o delegado Carlos Francisco.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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