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Em apenas uma semana, Polícia Civil recupera mais de R$ 59 mil subtraídos de vítimas de estelionato

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Mais de R$ 59 mil subtraídos de diversas vítimas de estelionato eletrônico, foram recuperados pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

Os crimes foram registrados pelas vítimas, em sete municípios do Estado de Mato Grosso, um na cidade de Santarém, no Pará, outro no município de Joaçaba em Santa Catarina, entre segunda-feira (27.03) e sexta-feira (31.03), sendo todos os golpes cometidos por meio virtual.

A recuperação dos expressivos valores feita por meio de bloqueios bancários, foi realizada pela equipe de policiais civis da DRCI, a qual foi rapidamente acionada para dar apoio nas investigações para apurar os crimes.

Os crimes de fraude eletrônica, praticados contra as vítimas, englobam os mais diversos golpes, já conhecidos, como do falso intermediário, do perfil falso, compra de veículo pela internet, e do aplicativo do celular WhatsApp clonado.

As diligências da DRCI foram em apoio às Delegacias de Polícia de Sinop, Rondonópolis, Lucas do Rio Verde, Barra do Garças, Campo Verde, Alto Araguaia, além de Santarém (PA) e Joaçaba (SC).

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A DRCI orienta a população em estar sempre atenta, quando receber alguma ligação, mensagem pelo celular, ou pela sua página em redes sociais, bem como evitar compras pela internet de alto valor e antes de certificar que o negócio é seguro e certo.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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