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PRF apreende mais de 130 kg de drogas e detecta documento falso nas BRs 364 e 070, em Mato Grosso

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou, nesta segunda-feira (27), uma série de ações que resultaram na apreensão de aproximadamente 136,6 kg de drogas e na identificação de uso de documento falso em rodovias federais de Mato Grosso.

A primeira ocorrência foi registrada às 13h20, no km 735 da BR-070, em Cáceres (MT). Durante procedimento de abordagem a um ônibus de transporte de passageiros, a equipe realizou a fiscalização documental dos ocupantes. Na verificação de um passageiro de nacionalidade estrangeira, foi identificado um passaporte com indícios de falsificação após análise técnica e cruzamento de dados. O indivíduo foi encaminhado à Delegacia de Polícia Federal em Cáceres para as providências cabíveis.

Às 15h30, no km 211 da BR-364, em Rondonópolis (MT), durante procedimento de abordagem a uma combinação de veículos de carga, a equipe policial constatou inconsistências nas informações prestadas pelo condutor acerca do itinerário e do carregamento da carga. Diante do cenário, procedeu-se à verificação avançada do veículo com o emprego do cão de faro (K9 Zyon), que indicou a presença de ilícitos nos estepes do semirreboque. Após inspeção técnica e abertura dos pneus, foram localizados 113 tabletes de substância análoga ao cloridrato de cocaína (115,3 kg) e 7 tabletes de substância análoga à pasta base de cocaína (7,15 kg). O condutor e os veículos foram encaminhados à Polícia Civil de Rondonópolis.

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Posteriormente, às 22h30, no km 387 da BR-364, em Cuiabá (MT), a equipe realizou verificação veicular em um caminhão de transporte de mercadorias. Durante o emprego do cão de faro (K9 Anubis), houve indicação positiva para uma caixa específica entre a carga. Ao realizar a abertura do volume, os policiais encontraram 14 tabletes de substância com características de pasta base de cocaína ocultos no interior de um climatizador de ar. O material apreendido foi encaminhado à Delegacia de Flagrantes da Polícia Civil em Cuiabá para as providências legais.

Com estas ações, a PRF reafirma seu compromisso com a segurança pública e a proteção da sociedade, mantendo atuação permanente nas rodovias federais para o combate à criminalidade e ao fortalecimento da eficiência operacional no estado.

Fonte: PRF – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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