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Polícia Civil passa orientações para proteção de dados pessoais

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Não aja por impulso, pois, os cibercriminosos se utilizam de mensagens para manipular o emocional das vítimas (promoção imperdível, recadastramento urgente etc);

– Busque a apreender sobre a segurança na internet;

– Jamais informe a outras pessoas códigos recebidos via mensagem em seu aparelho celular;

– Não clique em links recebidos, não baixe fotos e vídeos enviados por pessoas desconhecidas;

– Tenha antivírus (Ex. Kaspersky, Eset), ainda que grátis instalado nos computadores, celulares e tablets;

Atualize os programas e aplicativos de computadores e celulares;

– Ative a verificação de duas etapas/autenticação de dois fatores nos aplicativos do WhatsApp, Instagram, Facebook, Google, Uber, Mercado Livre e etc, e GUARDE OS CÓDIGOS DE RECUPERAÇÃO;

– Não acesse redes de Wi-fi pública e/ou disponibilizadas aos clientes em estabelecimentos comerciais;

Confira os dados dos beneficiários dos boletos a serem pagos;

– Desconfie sempre de propostas mirabolantes de negócios (veículo abaixo do preço por ex.);

Não repita as suas senhas em todos os cadastros. Crie senhas difíceis mínimo 08 dígitos com números, letras e caracteres especiais. Devendo alterá-las a cada 06(seis) meses no mínimo . Há GERENCIADORES DE SENHA, gratuitos e pagos, como LASTPASS e DASHLANE;

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O Banco Central do Brasil – B.C.B. disponibiliza a funcionalidade do REGISTRATO por meio da qual o cidadão pode verificar quais contas bancárias, quais financiamentos, quais chaves PIX estão cadastrados em seu nome, basta acessar o site : https://registrato.bcb.gov.br/registrato/login/

– Cadastre os vossos CPF´s, o número do telefone celular e o e-mail como chaves PIX, pois, se criminosos tiverem acesso aos seus dados irão cadastrá-los para aplicar golpes e enganar pessoas próximas. Observa-se, porém, que é recomendado possuir chaves PIX aleatórias cadastradas para informar a desconhecidos quando necessário.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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