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Policiais civis prendem em flagrante autor de roubo e estupro contra jovem em Várzea Grande

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Uma equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande prendeu em flagrante, na noite deste sábado (09.12), um homem de 31 anos pelo crime de roubo seguido de estupro. Os crimes ocorreram na região do bairro Cristo Rei.

A vítima contou que estava chegava em sua residência, no início da manhã de sábado, quando foi abordada por um homem que pediu água. A jovem passou a água pelo buraco do muro, contudo, o criminoso voltou e pediu um balde alegando que precisava colocar água no radiador do veículo. Quando a vítima abriu o portão, o suspeito a agarrou pelo pescoço dizendo que era um assalto e mandou entrar na residência. Armado com uma faca e ameaçando a vítima, o criminoso abusou sexualmente da jovem, roubou seu aparelho celular e carteira com documentos e fugiu trancando o portão da casa.

Com as informações prestadas pela vítima, a equipe da Derf de Várzea Grande iniciou as diligências para identificar o suspeito e conseguiu chegar ao veículo utilizado por ele, um modelo GM Celta prata.

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O suspeito foi localizado pelos policiais da Derf no bairro Dom Aquino, em Cuiabá. Durante a abordagem , ele entregou a faca utilizada para ameaçar a vítima e o celular roubado que estavam em sua posse no momento da prisão. O suspeito foi encaminhado à delegacia especializada e reconhecido formalmente pela vítima.

Em interrogatório, ele confessou os crimes e disse que após roubar e abusar da vítima, seguiu para seu trabalho, uma oficina mecânica no bairro Parque Cuiabá. Depois foi em uma loja onde comprou roupas e por volta das 19h seguiu para um jogo de futebol.

O criminoso foi autuado em flagrante pelos crimes de roubo majorado e estupro consumado. A autoridade policial representou ao Poder Judiciário pela conversão do flagrante em prisão preventiva.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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