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Traficante que atuava com distribuição de entorpecentes é presa em Cocalinho

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Uma integrante de organização criminosa que atuava com a distribuição e o comércio de entorpecentes em Cocalinho foi presa em flagrante, na noite de terça-feira (15.10), em ação conjunta realizada pelas equipes da Polícia Civil e Polícia Militar do município.

A suspeita de 25 anos foi flagrada em posse de porções de entorpecentes e petrechos relacionados ao comércio ilícito. Ela foi autuada em flagrante por tráfico de drogas.

As diligências iniciaram após a equipe da Polícia Civil receber denúncias anônimas sobre uma mulher que estava fazendo a guarda de drogas em sua residência e que seria responsável por repassar porções menores de entorpecentes para comparsas, que atuavam como “lojistas”, comercializando porções fracionadas para os usuários.

Diante das informações, as equipes policiais foram até o local, onde flagraram a suspeita em uma motocicleta em frente a residência. Ao avistar a viatura, ela jogou fora uma sacola e tentou correr para dentro da casa.

Dentro da sacola, os policiais encontraram porções de maconha, 10 comprimidos de ecstasy, R$ 406 em dinheiro trocado e um aparelho celular. No interior da residência foi apreendida uma balança de precisão e um caderno de anotações referentes ao tráfico de drogas e membros da organização criminosa.

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Diante dos fatos, a suspeita foi conduzida à Delegacia de Cocalinho, onde, após ser interrogada, foi autuada em flagrante por tráfico de drogas.

As investigações seguem em andamento para desarticular a atuação da organização criminosa no município.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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