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Polícia Militar realiza troca de comandante do 24º BPM em Cuiabá nesta quinta (10)

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A Polícia Militar de Mato Grosso realiza, nesta quinta-feira (10.02), às 09h, a transmissão de comando do 24º Batalhão da PM, na sede do Sesc Balneário, no bairro São João Del Rei. Na solenidade, o tenente-coronel Óttoni César Castro Soares passa o comando da unidade para o tenente-coronel Hender Ulisses da Silva.

Após um ano, o tenente-coronel Óttoni passa a se dedicar integralmente ao comando do 6º Comando Regional da PM, em Cáceres, função que assumiu na última quinta-feira (02.02), e passa o comando do 24º BPM ao tenente-coronel Hender, que comandará a unidade que conta com o efetivo de aproximadamente 100 policiais militares, e que atende as regiões do Pedra 90, Distrito Industrial, Pascoal Ramos e Osmar Cabral.

O tenente-coronel Hender Ulisses da Silva, tem 44 anos de idade, sendo 25 deles dedicados à Polícia Militar. Graduou-se no Curso de Formação de Oficiais (CFO) da Academia Costa Verde, em 1999, e possui especialização em “Política Estratégica e Desenvolvimento Regional”, no ano de 2019. O tenente-coronel Hender comandou a 8º Companhia Independente da PM, em Campo Verde, no ano de 2015, e atualmente comandava a 6º Companhia Independente da PM, na cidade de Poconé, onde estava desde 2016.

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Serviço

Solenidade de troca de comandante do 24º Batalhão da PM

Data: 10.02, às 09h

Local: Sesc Balneário, Avenida Dr. Meirelles, s/n, bairro São João Del Rei, Cuiabá-MT

 
Fonte: PM MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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