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Polícia Militar prende homem por estupro de vulnerável em Carlinda

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A Polícia Militar prendeu um homem de 59 anos por estupro de vulnerável na tarde deste sábado (26.10), no município de Carlinda. O suspeito foi preso em flagrante após ameaçar e oferecer uma quantia em dinheiro para que a vítima mantivesse relações sexuais com ele.

Durante patrulhamento, a equipe policial flagrou um veículo estacionado às margens da estrada Jatobá. Os policiais se aproximaram e abordaram um homem que saiu do lado do carona, apresentando nervosismo.

Questionado sobre o motivo de estar parado no local, o homem não soube explicar e disse que estava com sua filha. A equipe visualizou uma criança no banco do veículo, com sinais de medo e angústia.

De acordo com o relato da menina, de 11 anos, o suspeito a convidou, junto com o irmão, para ir a uma sorveteria. O homem, que é vizinho da família, deixou apenas o menino no estabelecimento comercial e seguiu com a criança em direção à rodovia.

Durante buscas no veículo, os policiais encontraram uma calcinha infantil debaixo do banco. Questionado sobre o fato, o suspeito negou ter mantido relação sexual com a criança, mas confessou ter passado as mãos em suas partes íntimas.

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A vítima relatou aos policiais que o criminoso ofereceu R$ 100,00 em dinheiro para que ela mantivesse relação sexual com ele e que chegou a ser ameaçada de que a relação seria forçada caso recusasse o dinheiro.

Diante do flagrante, o Conselho Tutelar foi acionado para ficar com a guarda da criança, e o suspeito foi encaminhado à delegacia para as providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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