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Prefeitura oferece Serviço de Inspeção Municipal para manipulação de alimentos: iniciativa traz qualidade e segurança sanitária

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), oferece o Serviço de Inspeção Municipal (SIM), que é um registro concedido aos estabelecimentos que se adequam às normas e leis vigentes, assegurando ao consumidor a qualidade e a segurança do alimento de origem animal. O SIM traz benefícios, gerando oportunidades e fortalecimento da economia, pois os produtos de origem animal podem ser comercializados dentro do município, aumentando a circulação do dinheiro na cidade.  As empresas que pretendem fazer manipulação de alimentos devem solicitar o serviço a Sedec. 

São atribuições do  S.I.M. atividades como: inspecionar e fiscalizar as instalações dos estabelecimentos que beneficiam ou processam produtos de origem animal, assim como os seus produtos; realizar o registro sanitário dos estabelecimentos de produtos de origem animal e seus produtos; proceder a coleta de amostras de água de abastecimento, matérias-primas, ingredientes e produtos para análises fiscais; notificar, emitir auto de infração, apreender produtos, suspender, interditar ou embargar estabelecimentos, cassar registro de estabelecimentos e produtos; levantar suspensão ou interdição de estabelecimentos e realizar ações de combate a clandestinidade.

A veterinária do departamento técnico da Sedec, Graciele Batista, explica que o SIM não é um simples “selo” que o produtor adquire para fixar na embalagem do alimento que manipula. “O selo tem por finalidade a inspeção e fiscalização da produção industrial e sanitária dos produtos de origem animal, comestíveis, adicionados ou não de produtos vegetais, transformados, manipulados, recebidos, acondicionados, depositados e comercializados no município de Sinop”, frisou.

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Para aferir a qualidade dos itens, são realizadas coletas trimestralmente dos produtos, e a água do estabelecimento de forma semestral. “São as coletas técnicas, coletas oficiais, que são enviadas para laboratório credenciado, para que realmente possamos atestar a qualidade desses produtos”. A adesão ao Serviço de Inspeção Municipal é voluntária, mas para quem quer comercializar esses produtos de forma legal, dentro do município, deverá aderir ao serviço.

Os  estabelecimentos e atividades que estão sujeitos a inspeção e fiscalização do S.I.M são:

I. Os animais destinados ao abate, seus produtos, subprodutos e matérias-primas;
II. O pescado e seus derivados;
III. O leite e seus derivados;
IV. Os ovos e seus derivados;
V. O mel de abelha, a cera e seus derivados.

A Nutricionista Mariana Cardoso é responsável pelo controle de qualidade de uma rede de mercados que aderiu ao SIM.  Ela destaca a importância de ter a certificação, o que garante que o alimento está sendo levado pelo cliente com segurança. “Nós temos a certificação do SIM em todos os nossos produtos, do setor de origem animal. A gente consegue garantir de forma certificada que o nosso produto não vai fazer mal para o nosso cliente. Eu acompanho a inspeção, e as adequações que são solicitadas, e sempre oriento os nossos colaboradores a fazer da forma correta” explicou. 

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De acordo com a nutricionista, a empresa busca sempre manter o padrão de qualidade exigido pela fiscalização, fazendo treinamento de boas práticas e a rastreabilidade dos produtos. “É de extrema importância a gente ter a orientação da prefeitura, como a gente deve proceder e orientar os nossos colaboradores com boas prática e outros processos que devemos seguir”. Ela destaca ainda que o SIM é importante para certificar que o produto é vendido com qualidade e inspeção de garantia.

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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