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PM prende três pessoas por roubo e porte ilegal de arma em Rondonópolis

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Em ação rápida, policiais militares do grupo de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio) prenderam dois homens, de 22 e 24 anos, e uma mulher de 20 anos pelos crimes de roubo e porte ilegal de arma, na tarde desta quarta-feira (22.06), em Rondonópolis. Na ação, foram apreendidas duas armas de fogo, celulares e quantia em dinheiro.

Conforme o boletim de ocorrência, por volta de 16h50, a equipe do Raio foi acionada para verificar uma denúncia, em um estabelecimento comercial, na região central da cidade. Segundo a denúncia, dois homens armados teriam invadido o local, roubado celulares e dinheiro e teriam fugido em uma motocicleta.

Em diligências, os policiais conseguiram localizar os suspeitos, que foram detidos no estacionamento de um supermercado.

Em revista pessoal aos suspeitos, foram encontrados um revólver de calibre .38 e um revólver de calibre .32, ambos municiados. Questionados sobre o roubo, os suspeitos confessaram o crime e receberam voz de prisão.

Na Delegacia de Rondonópolis, os dois suspeitos foram reconhecidos pelas vítimas do roubo. Um dos funcionários informou que o roubo começou após uma mulher ter ido ao estabelecimento para comprar um aparelho celular que ele teria anunciado a vendasnas redes sociais. A vítima disse que os criminosos teriam ido direto em seu aparelho e perguntaram por outros celulares que estariam na loja. 

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Diante das afirmações, as equipes policiais questionaram se a mulher mencionada pela vítima estaria envolvida na ação criminosa. O fato foi confirmado pelos homens presos e a mulher, que estava presente na Delegacia como suposta vítima, também recebeu voz de prisão pela participação no roubo.

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

 
Fonte: PM MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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