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Polícia Militar prende homem em flagrante por violação de sepultura

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Policiais militares do 2º Pelotão de Alto Taquari (487 km de Cuiabá) prenderam na manhã desta terça-feira (22.7), um homem suspeito por violação de sepultura no cemitério municipal. O homem foi encontrado saindo do túmulo do próprio avô, falecido há cinco anos.

Conforme informações do boletim de ocorrência, os policiais militares foram acionados, por volta das 6h30, pelo funcionário do cemitério, que relatou ter chegado para trabalhar e flagrou o homem saindo de dentro de um túmulo (gaveta).

A testemunha ressaltou que reconheceu o suspeito, de 24 anos. Diante da denúncia, os policiais militares se deslocaram até o cemitério e localizaram o homem nas imediações do túmulo do avô, falecido há cinco anos. As equipes encontraram o local violado. À PM, o suspeito confirmou que havia passado a noite e dormido no túmulo do avô.

Os policiais entraram em contato com o pai do suspeito, que relatou que o jovem é usuário de entorpecentes e já teria sido internado por quatro vezes em uma clínica de reabilitação, além de apresentar problemas neurológicos. O suspeito foi conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

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O crime de violar sepultura é previsto no artigo 210 do Código Penal, com pena de reclusão de um a três anos, além de multa. O crime consiste em violar ou profanar sepultura ou urna funerária, sendo que “violar” significa devassar, abrir ou invadir, e “profanar” implica em macular ou desprezar.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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