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Polícia Civil prende em flagrante suspeitos de roubo a caminhão e carga de soja no médio-norte

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Assessoria/Polícia Civil-MT 

A Polícia Civil prendeu nesta terça-feira, 22 de março, em Tapurah, um adulto e apreendeu um adolescente envolvidos no roubo a um caminhão e à carga transportada ocorrido em Santa Rita do Trivelato. Ambos foram autuados em flagrante por roubo majorado pelo emprego de arma de fogo, concurso de pessoas e restrição da liberdade da vítima.

A ação da prisão contou com apoio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Nova Mutum e da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO).

Conforme as informações coletadas pelas equipes policiais de Nova Mutum, a vítima fez o carregamento da carga de soja em uma fazenda de Santa Rita do Trivelato no último domingo. Quando estava transitando pela rodovia MT-235 foi abordada por quatro homens armados, que estavam em um veículo Gol prata. Dois suspeitos colocaram a vítima no Gol e permaneceram com o motorista em cativeiro até por volta das 10h da segunda-feira, enquanto os outros dois suspeitos levavam o caminhão. 

A partir da comunicação do roubo, a equipe da Derf de Nova Mutum ouviu a vítima, e depois fez diligências até o local do cativeiro e buscou imagens do pedágio da rodovia, em Santa Rita do Trivelato, onde foi possível identificar a placa do veículo Gol utilizado pelos suspeitos.

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Já a equipe da GCCO localizou em Várzea Grande a carreta com a carga de soja, em um local, e o caminhão (cavalo) em outro local. 

Na terça-feira, a Derf de Nova Mutum foi comunicada sobre a prisão de duas pessoas em Tapurah que estavam com o mesmo veículo utilizado no roubo. Em contato com a Delegacia da Polícia Civil em Tapurah foi confirmada a participação da dupla no roubo ao caminhão e da carga em Santa Rita do Trivelato. 

Após a rápida troca de informações entre as delegacias foi possível autuar os dois em flagrante pelo crime de roubo majorado pelo emprego de arma de fogo, concurso de pessoas e restrição da liberdade da vítima.

A vítima foi ouvida na GCCO e reconheceu o adulto e o adolescente como os suspeitos que praticaram o roubo e permaneceram no cativeiro com o motorista.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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