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Polícia Militar prende faccionado com drogas e arma de fogo dentro de residência

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Policiais militares do 12º Batalhão prenderam um homem faccionado, de 22 anos, por tráfico ilícito de drogas e posse irregular de arma de fogo, na manhã desta segunda-feira (1º.6), na cidade de Sorriso. Com o criminoso, a PM apreendeu sete quilos de maconha e cocaína, porções de pasta base e um revólver calibre .38.

A equipe do 12º BPM recebeu denúncias sobre um ponto de tráfico de drogas no bairro Europark. Os policiais iniciaram diligências até o endereço informado e flagraram dois homens entrando em um carro de aplicativo. Os suspeitos perceberam a aproximação da PM e fugiram em direção a uma região de mata.

A condutora do carro foi abordada pela PM e se identificou como motorista de aplicativo. Ela e o veículo foram checados. Nada de ilícito foi encontrado. A motorista foi liberada em seguida por não possuir envolvimento com a denúncia.

Na sequência, os policiais continuaram as buscas pela região de mata e encontraram um dos suspeitos. Com ele, estavam porções de maconha e pasta base de cocaína. Em depoimento, o suspeito afirmou ter a função de guardar e distribuir entorpecentes para uma facção criminosa e que estava com grande quantidade de drogas destinadas a diversos pontos de tráfico da cidade.

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Os militares retornaram com o suspeito para a residência onde ele foi flagrado. Nas buscas dentro da casa, foi localizada uma mala contendo um quilo e meio de cocaína e cinco quilos e meio de maconha, além de dezenas de porções de pasta base. Um revólver calibre .38 com seis munições também foi encontrado e apreendido.

Diante dos fatos, o faccionado recebeu voz de prisão e foi encaminhado, junto com todo o material apreendido, para a Delegacia de Sorriso, onde foi entregue à Polícia Judiciária Civil para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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