POLICIAL
Três procurados por estupro e estupro de vulnerável são presos pela Polícia Civil em Comodoro
Três procurados pelos crimes de estupro e estupro de vulnerável foram presos nesta quinta-feira (23.05), em Comodoro, pela equipe da Delegacia da Polícia Civil do município.
O primeiro mandado foi cumprido contra um homem de 47 anos, que estava a prisão decretada pela 1ª Vara Criminal de Comodoro. Na manhã de hoje, ele foi encontrado no Loteamento Cidade Verde e conduzido à delegacia, onde aguardará a audiência de custódia.
Em seguida, a equipe policial seguiu até a área rural de Comodoro para cumprir um segundo mandado de prisão, expedido pela 2ª Vara Criminal de Cáceres pelo crime de estupro de vulnerável. O alvo, um homem de 22 anos, foi localizado no alojamento de uma fazenda, a 130 quilômetros de Comodoro, próximo ao Rio Guaporé.
Ainda na tarde de quinta-feira, outro mandado de prisão foi cumprido contra um idoso de 66 anos, procurado por estupro de vulnerável. Ele foi investigado pelo crime ocorrido em 2014, contra uma vítima de apenas oito anos.
Com a condenação transitada em julgado, a 2aVara Criminal da Comarca de Comodoro expediu o mandado de prisão definitiva para cumprimento de pena em regime fechado. Ao tomar conhecimento da condenação, idoso se apresentou na Delegacia de Comodoro.
Após os trâmites na delegacia, o idoso foi encaminhado para a Cadeia Pública de Comodoro, onde cumprirá a pena definitiva em regime fechado.
Apenas neste mês, a Delegacia de Comodoro já cumpriu cinco mandados de prisão relacionados a crimes sexuais, três deles por estupro de vulnerável.
“Essas prisões são parte de um esforço contínuo para trazer justiça às vítimas e fortalecer a sensação de segurança na comunidade. A Polícia Civil continua trabalhando diligentemente para investigar e prender aqueles acusados de crimes graves”, assegurou o delegado Ricardo Sarto.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLICIAL
Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil
Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados
O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.
Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.
De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.
Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.
Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.
Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.
A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.
Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.
Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.
A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.
As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.
Veja fotos da operação

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