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Polícia Civil recupera dinheiro de vítima que caiu em golpe em Barra do Garças

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A vítima procurou a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Garra do Garças e narrou aos investigadores que teria caído no golpe do falso intermediário durante a negociação da compra de uma motocicleta, anunciada em uma rede social.

Ao se interessar pelo veículo, a vítima iniciou contato com a pessoa, que pensou ser o verdadeiro dono, que passou o endereço para que pudesse ver a motocicleta pessoalmente. Porém, a pessoa que faria a venda disse à vítima para que não falasse sobre o valor da negociação com a dona do veículo, que seria sua prima.

A vítima foi ao endereço, viu a moto, mas não comentou nada sobre a negociação com a verdadeira dona, que também havia sido orientada pelo estelionatário momentos antes para não tocar no assunto.

O veículo estava sendo ofertada pelo valor real de R$ 14.500,00, mas, o estelionatário a negociou por R$ 10 mil.

Após realizar o pagamento do valor, por meio do PIX informado pelo criminoso, a vítima descobriu que havia caído no golpe, pois a proprietária se recusou a entregar a moto, afirmando que não tinha recebido nenhum valor.

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A Derf de Barra do Garças fez contato com a Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos e foi possível bloquear o valor e ressarcir o dinheiro da vítima, na sexta-feira (10).  

As investigações continuarão, por meio da instauração de inquérito, para identificar e responsabilizar as pessoas beneficiadas pelo golpe.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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