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Polícia Civil desarticula casa de prostituição usada também para o tráfico de drogas e prende casal

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Um estabelecimento comercial de alto padrão que funcionava como casa de prostituição e de comércio de entorpecentes em Rondonópolis, região sul do Estado, foi desarticulado pela Polícia Civil, na segunda-feira (16.05), durante cumprimento de mandado judicial.

A ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) do município, resultou na prisão em flagrante de um casal e na apreensão de uma arma de fogo calibre 22, drogas, munições e dinheiro.

Um homem e uma mulher, ambos de 24 anos, foram autuados em flagrante por tráfico de drogas, associação para o tráfico, posse irregular de arma de fogo e munições de uso permitido.

A ordem de busca e apreensão domiciliar foi decretada pela Justiça da 5ª Vara Criminal na Comarca local, após investigação da Derf visando o combate a venda ilícita na região e indícios, tendo como alvo o endereço no bairro Vila Aurora.

Conforme apurado pelos policiais civis, o local funcionava como prostíbulo e residiam várias garotas de programas, bem como era frequentado por integrantes de facção criminosa, que faziam a venda e uso de drogas na casa.

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Diante do mandado de busca e apreensão domiciliar a equipe foi até o imóvel, e abordaram o casal com porções de cocaína e maconha, um revólver com numeração suprimida, munições de calibre 22 intactas, R$ 1,8 mil em dinheiro, entre outros materiais.

Na ocasião, haviam sete mulheres na casa, vindas de outros Estados, e que foram conduzidas para esclarecimentos e posteriormente liberadas. Já o casal encaminhado, foi interrogado e preso em flagrante delito.

Após a confecção dos autos, os dois foram apresentados e colocados à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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