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Polícia Civil prende um dos autores de tentativa de homicídio em Diamantino

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Um dos autores de uma tentativa de homicídio, ocorrida há quatro meses na cidade de Diamantino, foi preso nesta semana pela equipe da Polícia Civil em São José do Rio Claro.

O crime ocorreu no início da madrugada do dia 08 de julho no imóvel onde funciona a loja de conveniência e residência da vítima. Três suspeitos chegaram em um veículo modelo Citroen C4, dois deles com armas de fogo tipo pistola 9mm e revólver, e chamando pela vítima. Em seguida, fizeram os disparos na residência e no veículo da vítima, que conseguiu escapar.

Apuração

Após levantamento da placa do veículo em que os suspeitos utilizavam, a equipe da Delegacia de Diamantino apurou que um dia antes do crime, o investigado que foi preso nesta semana alugou o veículo em Cuiabá para a devolução no dia seguinte. O Citroen percorreu o trajeto Cuiabá, Barra dos Bugres, Tangará da Serra, Alto Paraguai, até chegar em Diamantino na noite do dia 07 de julho. Após o crime, pernoitou no assentamento Caeté e saiu de Diamantino sentido Cuiabá na manhã de 08 de julho. O localizador do veículo confirmou que o Citroen esteve no local e horário do crime.

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Duas horas depois do crime, os retornaram à casa em busca da vítima, mas não o encontraram.

O suspeito que fez a locação do veículo utilizado possui arma de fogo registrada, uma pistola 9mm, o mesmo calibre das munições encontradas no local do crime.

Prisão

Após a investigação e identificação do locatário do veículo, a Delegacia de Diamantino representou pela prisão temporária de um dos suspeitos do crime, que foi localizado em São José do Rio Claro, onde foi preso na quarta-feira (22.11) por policiais civis daquela cidade.

Em interrogatório, ele confirmou que veio até Diamantino a pedido de um conhecido, mas negou participação no crime.

As investigações continuam para apurar a motivação da tentativa de homicídio e chegar aos demais envolvidos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Vídeo mostra prisão de Angeliquinha sob forte escolta policial na Bolívia

Foragida de Mato Grosso foi localizada em Santa Cruz de la Sierra após mais de um ano e apresentada às autoridades bolivianas

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Um vídeo divulgado após a prisão de Angélica Saraiva de Sá, conhecida como “Angeliquinha”, mostra o momento em que ela é conduzida sob forte escolta policial em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. As imagens registram agentes armados durante a operação e a apresentação da mulher diante de autoridades locais.

No início da gravação, policiais aparecem em frente a um imóvel durante a movimentação que antecedeu a condução da foragida. Em seguida, Angeliquinha é vista com as mãos contidas e cercada por agentes enquanto é retirada do local. Ela também aparece diante de autoridades bolivianas, acompanhada por policiais da Força Especial de Luta Contra o Narcotráfico (FELCN). 

A prisão ocorreu na terça-feira (22), em Santa Cruz de la Sierra, após uma ação conjunta entre investigadores da Polícia Civil de Mato Grosso e autoridades bolivianas. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), Angeliquinha foi localizada em via pública, e não dentro da residência onde estava vivendo. 

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Durante a abordagem, segundo a Polícia Civil, ela apresentou um documento brasileiro falso com identidade diferente. A identificação facial e informações repassadas previamente às autoridades permitiram confirmar a identidade da mulher. 

Angeliquinha estava foragida desde 17 de agosto de 2025, quando escapou da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. Após a captura, a Polícia Civil abriu uma nova frente de investigação para apurar a atuação dela durante o período em que permaneceu na Bolívia. 

De acordo com o delegado, Santa Cruz de la Sierra é considerada uma região estratégica para organizações criminosas brasileiras. A investigação deverá analisar dados telemáticos para verificar quais atividades Angeliquinha teria desempenhado durante o período em que esteve escondida no país.

A Polícia Civil afirma ainda que ela teria mantido contato com integrantes de uma facção criminosa e continuado exercendo influência sobre atividades do grupo mesmo enquanto estava foragida. Essas informações fazem parte da investigação conduzida pelas autoridades. 

Segundo a Polícia Civil, Angeliquinha possui condenações que, somadas, ultrapassam 260 anos de prisão e tinha seis mandados de prisão em aberto. Entre as condenações está uma pena de 99 anos e 11 meses relacionada a homicídios, ocultação de cadáver e organização criminosa. 

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Após a prisão, ela permanece submetida aos procedimentos legais das autoridades bolivianas antes de ser encaminhada ao Brasil para o cumprimento das determinações judiciais. 

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