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Polícia Civil prende traficante e fecha boca de fumo em Novo Mundo

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Policiais civis da Delegacia de Guarantã do Norte prenderam, na tarde de terça-feira (01.10), um traficante responsável pelo comércio de entorpecentes em uma boca de fumo no município de Novo Mundo.

O suspeito, de 36 anos, foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, e outro homem, de 31, responderá por uso de entorpecentes. A ação resultou na apreensão de porções de entorpecentes e apetrechos relacionados à atividade ilícita.

As diligências iniciaram depois que os policiais do Núcleo de Combate ao Tráfico de Drogas, da Delegacia de Guarantã do Norte, receberem informações sobre um traficante na cidade de Novo Mundo.

Com base na denúncia, a equipe de investigadores passou a monitorar a residência do suspeito e constataram a movimentação típica do tráfico de drogas, com diversas pessoas entrando e saindo rapidamente do local.

Durante o trabalho de monitoramento, os policiais realizaram a abordagem de um usuário que havia acabado de sair da residência, ocasião em que apreenderam duas porções de maconha.

Em continuidade às diligências, os investigadores retornaram à residência e, ao avistar os policiais, o traficante tentou fugir, mas foi detido pelos policiais. Logo na entrada da casa, em cima de um balcão, os policiais avistaram dinheiro e porções de maconha.

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Também foram encontradas uma porção grande de maconha, que estava escondida dentro de uma fritadeira elétrica, além de balança de precisão e outros valores em dinheiro que estavam dentro de um guarda-roupas.

Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Guarantã do Norte, interrogado e autuado em flagrante por tráfico de drogas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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