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Polícia Civil prende quatro pessoas com grande quantidade de drogas em condomínio residencial em Cuiabá

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Quatro pessoas encontradas com grande quantidade de entorpecentes em uma residência em um condomínio na região do Altos do Coxipó foram presas em flagrante pela Polícia Civil, na manhã desta quinta-feira (7.8), em ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) com apoio da Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron).

Entre os presos estão dois homens e duas mulheres que foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito. Um dos presos também responderá por uso de documento falso. A ação resultou na apreensão de diversas porções de pasta base, cloridrato de cocaína, maconha e skunk (supermaconha), duas armas de fogo, e várias munições.

Os policiais da Denarc com apoio de informações passadas pela Defron já monitoravam o local há algum tempo que apontavam que o apartamento era utilizado para armazenamento e distribuição de drogas de organização criminosa.

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Em campana no local, foi identificado que um dos suspeitos que frequentava o apartamento estava usando nome falso. Em verificação de inteligência também foi constatado que ele possuía dois mandados de prisão em seu desfavor.

Diante da movimentação suspeita no local e da ciência de mandados de prisão em aberto contra o suspeito, foi realizada a abordagem na residência.

Logo na entrada, os policiais visualizaram drogas aparentes em cima de móveis. Em continuidade às buscas, foram localizadas diversas porções de entorpecentes, duas armas de fogo com numeração raspada, sendo uma .40 e uma 9 mm, em outros cômodos do apartamento.

Diante dos fatos, todo material ilícito foi apreendido e os quatro suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Entorpecentes, onde foram autuados em flagrante pelo crime de tráfico de drogas e associação para o tráfico, posse ilegal de arma de fogo, além de ser dado cumprimento às ordens judiciais contra o suspeito com mandados de prisão em aberto.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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