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Polícia Civil prende mulher envolvida com o tráfico de drogas em Tapurah

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Uma mulher que estava atuando com o comércio de drogas em Tapurah e região foi presa em flagrante pela Polícia Civil, na noite de segunda-feira (20.01), em ação realizada pela equipe de investigadores do município.

A suspeita, de 44 anos, que já havia sido alvo de mandado de busca e apreensão e era investigada por integrar organização criminosa, foi flagrada em posse de entorpecentes e autuada em flagrante por tráfico de drogas.

As diligências que resultaram na prisão da suspeita iniciaram após os policiais da Delegacia de Tapurah receberem várias denúncias sobre o envolvimento da investigada com o tráfico de drogas. Durante monitoramento da residência da investigada, os policiais flagraram o momento em que um usuário chegou ao local para adquirir entorpecentes e decidiram realizar a abordagem.

No momento em que os policiais se aproximaram, a suspeita tentou empreender fuga para dentro da residência e também tentou destruir o seu aparelho celular com objetivo de apagar possíveis provas de envolvimento com o crime.

Durante revista pessoal, foi encontrada com a suspeita duas porções de maconha e em buscas na residência, foram encontradas mais porções da droga escondidas no quintal da casa, além de mais de 130 invólucros plásticos para embalar entorpecentes.

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Diante dos fatos, todo material ilícito foi apreendido e a suspeita foi conduzida à Delegacia de Tapurah, onde após ser interrogada, foi autuada em flagrante por tráfico de drogas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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