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Polícia Civil prende jovem envolvido em homicídio e ocultação de cadáver em Juína

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Um jovem de 18 anos suspeito de envolvimento nos crimes de homicídio e ocultação de cadáver da vítima Jocinei Balicki Siqueira Gonçalves, ocorrido no município de Juína (735 km a oeste de Cuiabá) foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na segunda-feira (18.12), durante investigações realizadas pelos policiais civis do município.

O jovem foi autuado em flagrante pelos crimes de ocultação de cadáver e tráfico de drogas, além de responder a inquérito policial pelo homicídio da vítima. Durante as investigações, dois adolescentes, um de 14 e outro de 17 anos, foram conduzidos para prestar esclarecimentos e posteriormente liberados.

A vítima desapareceu na madrugada de sexta-feira (15.12), após ser vista pela última vez em um bar da cidade. Durante as diligências para apurar o desaparecimento da vítima, os policiais receberam informações que levaram a um adolescente de 14 anos, que confessou ser o responsável por ocultar a motocicleta da vítima em sua casa após ela ser sequestrada.

Com base em informações passadas pelo menor, foi possível identificar o jovem envolvido no crime que ao ser abordado pelos policiais, foi flagrado em posse de uma porção de maconha e com placa da motocicleta da vítima. O veículo havia acabado de ser encontrado jogado no Rio Juruena. No local em que estava a placa também foi apreendida uma grande quantidade de entorpecente e uma balança de precisão.

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Em continuidade às diligências, os policiais seguiram até outro endereço, onde estariam outros dois suspeitos de ocultação da motocicleta da vítima. No local, um dos investigados conseguiu empreender, enquanto o outro menor de idade confessou ser um dos responsáveis por jogar a motocicleta da vítima no rio.

Diante dos fatos, o jovem flagrado com a placa da motocicleta da vítima e com as porções de entorpecentes foi conduzido à Delegacia de Juína, onde após ser interrogado pelo delegado Jean Andrade Araújo, foi autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas e ocultação de cadáver. O suspeito também responderá em inquérito policial pelo homicídio da vítima.

Os dois adolescentes também foram conduzidos à delegacia e ouvidos como colaboradores, sendo posteriormente liberados.

As investigações seguem em andamento para localização do corpo da vítima, assim como para identificar outros envolvidos no crime.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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