POLICIAL
Polícia Civil prende jovem envolvido em homicídio e ocultação de cadáver em Juína
O jovem foi autuado em flagrante pelos crimes de ocultação de cadáver e tráfico de drogas, além de responder a inquérito policial pelo homicídio da vítima. Durante as investigações, dois adolescentes, um de 14 e outro de 17 anos, foram conduzidos para prestar esclarecimentos e posteriormente liberados.
A vítima desapareceu na madrugada de sexta-feira (15.12), após ser vista pela última vez em um bar da cidade. Durante as diligências para apurar o desaparecimento da vítima, os policiais receberam informações que levaram a um adolescente de 14 anos, que confessou ser o responsável por ocultar a motocicleta da vítima em sua casa após ela ser sequestrada.![]()
Com base em informações passadas pelo menor, foi possível identificar o jovem envolvido no crime que ao ser abordado pelos policiais, foi flagrado em posse de uma porção de maconha e com placa da motocicleta da vítima. O veículo havia acabado de ser encontrado jogado no Rio Juruena. No local em que estava a placa também foi apreendida uma grande quantidade de entorpecente e uma balança de precisão.
Em continuidade às diligências, os policiais seguiram até outro endereço, onde estariam outros dois suspeitos de ocultação da motocicleta da vítima. No local, um dos investigados conseguiu empreender, enquanto o outro menor de idade confessou ser um dos responsáveis por jogar a motocicleta da vítima no rio.
Diante dos fatos, o jovem flagrado com a placa da motocicleta da vítima e com as porções de entorpecentes foi conduzido à Delegacia de Juína, onde após ser interrogado pelo delegado Jean Andrade Araújo, foi autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas e ocultação de cadáver. O suspeito também responderá em inquérito policial pelo homicídio da vítima.
Os dois adolescentes também foram conduzidos à delegacia e ouvidos como colaboradores, sendo posteriormente liberados.
As investigações seguem em andamento para localização do corpo da vítima, assim como para identificar outros envolvidos no crime.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLICIAL
Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil
Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados
O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.
Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.
De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.
Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.
Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.
Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.
A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.
Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.
Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.
A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.
As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.
Veja fotos da operação

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