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Polícia Civil prende homem por perseguição de ex-companheira em Nova Mutum

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Um homem que vinha perseguindo a sua ex-companheira mesmo com restrição de medida protetiva foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (14.09), em ação realizada pelos policiais da Seção Especializada de Defesa da Mulher da Delegacia de Nova Mutum (264 km ao norte de Cuiabá). O suspeito foi autuado em flagrante por descumprimento de medida protetiva.

Segundo informações, a vítima que já possuía medidas protetivas vinha sendo perseguida pelo ex-companheiro tanto no trabalho, em casa e em via pública, desde domingo (10). Durante os dias que procurava a vítima, o suspeito chegou a pedir ajuda para se internar (por ser usuário de drogas) e arrombou a janela da sua ex-companheira e furtou um aparelho de TV 32 polegadas.

Nesta quarta-feira, quando a vítima estava saindo para trabalhar em sua motocicleta Honda Biz, por volta de 06h30, visualizou o ex-companheiro na porta da sua residência, momento em que acelerou o veículo e acabou sofrendo um acidente.

A vítima foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e quando retornou para casa, encontrou novamente o suspeito, cortando a grama, como se nada tivesse acontecido. Diante dos fatos, a vítima procurou a delegacia para denunciar o suspeito.

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Imediatamente após a comunicação, os policiais foram até a residência da vítima, onde conseguiram realizar a prisão em flagrante do suspeito pelo descumprimento de medida protetiva. Ele foi encaminhado à delegacia para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Prisão foragido

Em outra ação da realizada pelos policiais da Seção de Defesa da Mulher, realizada na segunda-feira (11), um homem foragido da Justiça pelo crime de estupro de vulnerável teve o mandado de prisão cumprido.

O suspeito, de 57 anos, foi localizado por volta das 15h30 em um bar da cidade, ocasião os policiais cumpriram a ordem de prisão.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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